Publicado 04/04/2025 09:22

O presidente da CGE destaca o "papel essencial" das parteiras na saúde de mães e bebês.

Archivo - Arquivo - Uma mulher que acabou de dar à luz com seu recém-nascido e a parteira no hospital.
SVETIKD/ISTOCK - Arquivo

MADRID 4 abr. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Conselho Geral de Enfermagem (CGE), Florentino Pérez Raya, destacou o "papel essencial" das enfermeiras, especialmente as especialistas em Enfermagem Obstétrica e Ginecológica (parteiras), na saúde de mães e bebês, que é a "base" de famílias e comunidades saudáveis.

"Os enfermeiros, e especialmente as parteiras, são pilares fundamentais nos sistemas de saúde em todo o mundo. Particularmente em nosso país, essas enfermeiras especializadas são fundamentais para a saúde reprodutiva. Seu trabalho no acompanhamento da gravidez, do parto e do período pós-parto é vital para garantir a saúde das mulheres e dos recém-nascidos", disse ela antes do Dia Mundial da Saúde, que é comemorado nesta segunda-feira com ênfase especial na proteção da saúde das mães e dos recém-nascidos.

Pérez Raya enfatizou que a presença de parteiras bem treinadas nos sistemas de saúde "demonstrou" uma redução na mortalidade materna e infantil, algo de grande importância devido ao fato de que, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os anos no mundo, cerca de 300.000 mulheres perdem a vida durante a gravidez ou o parto, mais de dois milhões de recém-nascidos morrem no primeiro mês de vida e cerca de dois milhões de outros são natimortos.

Com a campanha deste ano, à qual a CEM se juntou, a OMS pretende intensificar os esforços para acabar com essas mortes "evitáveis" e priorizar a saúde e o bem-estar das mulheres em longo prazo.

"O CEM apela a todas as administrações públicas para que reconheçam e apoiem continuamente a contribuição de enfermeiras e parteiras na construção de sistemas de saúde mais fortes e mais equitativos. Seu trabalho é essencial para que o acesso à saúde seja um direito universal para todas as pessoas, independentemente de seu local de residência ou situação socioeconômica", enfatizou Pérez Raya.

Em relação a isso, a vice-presidente da CGE e membro das parteiras, Montse Angulo, destacou que o papel desses profissionais de saúde muitas vezes passa despercebido, apesar do fato de que "eles não estão presentes apenas durante a gravidez, o parto e o período pós-parto, mas também durante toda a vida sexual e reprodutiva da mulher".

Esse trabalho na linha de frente da assistência médica os torna "cruciais" na promoção da igualdade na saúde, especialmente em regiões rurais ou de difícil acesso, um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, que é garantir vidas saudáveis e promover o bem-estar para todos em todas as idades.

"Com sua presença, eles prestam atendimento nos momentos mais críticos, como atendimento de emergência, prevenção de doenças infecciosas e atendimento à saúde materno-infantil. Sua capacidade de se conectar com as comunidades, especialmente em áreas vulneráveis, é vital para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU", concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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