MADRID 22 jul. (EUROPA PRESS) -
O PP criticou o subsídio de 10 milhões de euros aprovado nesta terça-feira pelo Conselho de Ministros para melhorar a qualidade de vida dos pacientes com esclerose lateral amiotrófica (ELA) como "insuficiente" e "meramente simbólico".
Assim, o PP aponta que, depois de ter atrasado a lei da ELA com 14 prorrogações de emendas e quase nove meses depois de tê-la aprovado, "Moncloa tira da manga um decreto real que promete apenas 10 milhões de euros para as mais de 4.000 pessoas afetadas pela ELA, quando as estimativas da própria lei estimavam que mais de 200 eram necessárias".
"Embora toda ajuda seja boa, é absolutamente ultrajante que o governo proponha apenas migalhas para as pessoas afetadas por essa doença, em vez de cumprir tanto a lei da ELA, fornecendo-lhe um orçamento, quanto sua obrigação constitucional de apresentar contas públicas", indicam os 'populares'.
O PP ressalta que, durante esses 263 dias de atraso, a única coisa em que o "Governo de mudanças de opinião" permaneceu firme foi em "sua determinação de não fornecer um orçamento para essa lei da ELA e que sua política social está cheia de anúncios de remendos, mas vazia de orçamento e ajuda real aos cidadãos".
Da mesma forma, o PP pede que o governo renuncie e convoque eleições, pois garante que não tem apoio para avançar com os orçamentos ou para cumprir a lei e ajudar "de forma real e contundente" os afetados pela lei ELA.
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