Publicado 25/08/2025 08:22

Portugal não tem mais nenhum grande incêndio ativo em sua pior onda de incêndios florestais

LISBOA, 22 de agosto de 2025 -- Esta foto tirada em 22 de agosto de 2025 mostra uma área devastada pelo incêndio florestal em Castelo Novo, na região central de Portugal. Os incêndios florestais que assolam as montanhas da Gardunha, na região central de P
Europa Press/Contacto/Xun Wei

MADRID 25 ago. (EUROPA PRESS) -

A onda de incêndios que vem assolando Portugal há quase um mês parece estar diminuindo e as autoridades agora consideram que todos os grandes incêndios das últimas semanas, incluindo a maior tragédia florestal da história do país, foram controlados.

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) estima que o incêndio declarado no dia 13 na área de Arganil, no distrito de Coimbra, tenha queimado cerca de 64.000 hectares, um número inédito desde que começaram os registros.

Este incêndio, que só ficou resolvido no domingo, ultrapassa largamente os 53 mil hectares ardidos em Vilarinho em 2017 e representa um quarto dos 250 mil hectares destruídos pelas chamas em Portugal até agora este ano, segundo a agência Lusa.

As autoridades portuguesas ainda mantêm mais de 40 municípios em risco máximo de incêndio e estão evitando considerar a emergência como terminada. Entre os últimos pontos de preocupação está Sabrosa, no distrito de Vila Real, onde os serviços de combate a incêndios conseguiram conter o que já é o terceiro incêndio na mesma área neste verão, de acordo com o canal RTP.

Na semana passada, o governo português aprovou uma série de medidas destinadas a recuperar as áreas, a infraestrutura e os edifícios destruídos nessa onda de incêndios, aos quais também se atribuem quatro mortes.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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