Europa Press/Contacto/Dennis M. Rivera Pichardo
MADRID 9 ago. (EUROPA PRESS) -
Cerca de meio milhão de porto-riquenhos continuam lidando da melhor maneira possível com a ordem de racionamento generalizado de água decretada na sexta-feira pelo governo local, devido à gravíssima seca que assola o território norte-americano e esvaziou o principal reservatório de Carraízo, nos arredores de San Juan.
A governadora de Porto Rico, Jenniffer González, atribui o ocorrido a uma combinação de fatores, que vão desde o clima até o mau estado da rede de encanamento. Seja como for, neste fim de semana, o Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos classificou San Juan na categoria de “seca grave” e todo o sudoeste do território em estado de “seca extrema”, sem que sejam esperadas chuvas significativas nos próximos dias.
Diante da crise, o governo porto-riquenho dividiu as residências afetadas em San Juan, Trujillo Alto, Carolina, Canóvanas, Loíza, Gurabo e Juncos em dois grupos, e o abastecimento de água foi cortado para cada um deles por 48 horas, de forma rotativa.
Segundo fontes da rede CBS, se a situação não melhorar em breve, as autoridades não descartam estender para até três dias os cortes que afetam aproximadamente 180 mil famílias.
Para agravar ainda mais a situação, há neste momento mais de 1.000 incêndios florestais ativos em Porto Rico, conforme informou a governadora, que reconheceu uma situação “difícil” antes de acrescentar que o governo federal dos Estados Unidos está “ajudando”, sem dar mais detalhes.
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