Matias Chiofalo - Europa Press
MADRID 14 set. (EUROPA PRESS) -
A polícia atacou manifestantes pró-palestinos que invadiram vários pontos ao longo do percurso da última etapa da Vuelta Ciclista a España, que passa por Madri, levando ao cancelamento da etapa antes de seu término.
A polícia de choque atacou em diferentes pontos antes do lançamento de cercas e garrafas no final da etapa final do Tour da Espanha na capital, em Cibeles.
Também na área de El Paseo del Prado, a partir de Atocha, onde a tensão aumentou quando o pelotão da Vuelta tentou entrar na cidade.
Em alguns momentos, algumas pessoas encapuzadas puderam ser vistas jogando objetos na polícia, e os policiais tiveram que atacar para restaurar a ordem.
Diante desses protestos e das invasões da rota, os organizadores da Vuelta anunciaram, por volta das 17h30, uma mudança na rota da etapa final que não havia sido comunicada anteriormente e modificaram a entrada em Madri, evitando passar pelo centro de Alcobendas.
Mesmo assim, os ciclistas tiveram que parar na entrada de Madri. Após alguns minutos de paralisação, o pelotão pôde continuar a marcha em uma corrida neutralizada, mas teve que parar novamente alguns metros depois.
Diante dessa situação, os organizadores cancelaram a etapa e os ciclistas desceram das bicicletas e entraram nos carros de suas equipes, encerrando uma 90ª edição da etapa espanhola marcada por protestos em apoio ao povo palestino e contra o "genocídio" em Gaza na presença da equipe Israel-Premier Tech, atos de denúncia que resultaram na prisão de cerca de vinte pessoas por desordem pública nas etapas anteriores.
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