Publicado 14/04/2026 03:01

A Polícia do Haiti prendeu sete pessoas, incluindo cinco policiais, devido ao tumulto que causou 25 mortes

Archivo - Arquivo - 17 de fevereiro de 2026, Porto Príncipe, NULL, HAITI: Veículos da polícia no cruzamento do aeroporto, mais conhecido como cruzamento da Rezistans, em Porto Príncipe, capital do Haiti, em 17 de fevereiro de 2026, enquanto o país mergulh
Europa Press/Contacto/David Allignon - Arquivo

MADRID 14 abr. (EUROPA PRESS) -

A Polícia Nacional do Haiti (PNH) anunciou nesta segunda-feira a prisão de sete pessoas, incluindo cinco policiais municipais, em relação à morte de pelo menos 25 pessoas em uma debandada na Cidadela de Laferrière, uma grande fortaleza Patrimônio da Humanidade localizada no norte do país.

Uma equipe da Polícia Judiciária deslocou-se no domingo à vizinha comuna de Milot como “parte da investigação em andamento sobre a tragédia” para, após realizar vários interrogatórios, prender sete pessoas, conforme precisou o órgão em um comunicado divulgado nas redes sociais, no qual reduziu para 25 o número de vítimas fatais, em comparação com o número de 30 fornecido anteriormente pelas autoridades.

Cinco delas são “agentes da Polícia Municipal de Milot: Jhon Coxllee, conhecido como ‘Myson’; Genovè Octavien, Altidor Arly, Louis Max Andy e Césaire Wilner Billy. Os dois restantes são “funcionários do Instituto de Proteção do Patrimônio Nacional designados para o norte, Wilfrid César e Valmyr Techlin”.

A PNH, que não detalhou os motivos das detenções, informou que, durante a operação, os investigadores apreenderam “seis telefones celulares e seis distintivos”.

“Os sete detidos encontram-se atualmente sob custódia na Delegacia Central de Cap-Haïtien (norte), aguardando as medidas legais cabíveis”, explicou a Polícia Nacional, que quis “garantir ao público que estão sendo tomadas todas as medidas necessárias para investigar exaustivamente este trágico acontecimento”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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