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MADRID, 13 jul. (EUROPA PRESS) -
A percepção do estado de saúde da população piorou ligeiramente em relação ao ano anterior, de acordo com os dados da primeira rodada do “Barômetro Sanitário 2026”, elaborado pelo Ministério da Saúde e pelo Centro de Pesquisas Sociológicas (CIS).
Assim, nesta primeira pesquisa realizada com 2.602 pessoas em março de 2026, verifica-se que 67,5% dos cidadãos consideram que sua saúde é boa ou muito boa, contra os 70,1% registrados no mesmo período de 2025, o que representa uma queda de 2,6 pontos percentuais.
Paralelamente, a porcentagem de pessoas que classificam sua saúde como regular, ruim ou muito ruim aumenta de 29,8% para 32,3%, o que representa um aumento de 2,5 pontos. Por outro lado, diminui a porcentagem da população que declara ter alguma doença ou problema de saúde crônico, passando de 52,2% em 2025 para 49,5% em 2026.
O Ministério da Saúde lembra que esses dados correspondem apenas à primeira das três etapas previstas para completar a amostra representativa do estudo, portanto, devem ser interpretados como resultados provisórios.
PERCEPÇÃO SOBRE AS LISTAS DE ESPERA
A percepção sobre as listas de espera piorou em relação ao ano anterior. 38,3% da população considera que esse problema piorou nos últimos doze meses, contra 34,1% que apontaram isso na primeira rodada do Barômetro da Saúde 2025, o que representa um aumento de 4,2 pontos percentuais.
Por outro lado, a porcentagem de cidadãos que acredita que a situação permanece igual diminuiu de 47,6% para 43,1%, enquanto a proporção que percebe uma melhora praticamente não variou, passando de 9,6% para 10%.
MEDICAMENTOS: AUMENTA A BARREIRA ECONÔMICA
A porcentagem de pessoas que deixaram de tomar algum medicamento prescrito pelo sistema público de saúde por motivos econômicos aumentou em relação ao ano anterior.
6,1% da população afirma ter enfrentado esse problema nos últimos doze meses, contra os 4,6% registrados na primeira rodada do Barômetro de Saúde 2025, o que representa um aumento de 1,5 pontos percentuais.
Por outro lado, a porcentagem de cidadãos que afirmam não ter deixado de tomar medicamentos por esse motivo diminuiu de 93,1% para 91%.
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