Publicado 20/08/2026 22:31

Pelo menos três feridos e danos em cerca de trinta prédios públicos após o terremoto de magnitude 7,2 no Peru

Mais de 9.000 pessoas afetadas por cortes de energia nos departamentos de Ica e Ayacucho

Ações de acompanhamento do Instituto Nacional de Defesa Civil (INDECI) sobre a situação após o terremoto de magnitude 7,2 na escala de Richter registrado no departamento de Ayacucho, no Peru
INDECI PERÚ EN X

MADRID, 21 ago. (EUROPA PRESS) -

As autoridades do Peru registraram danos em cerca de trinta prédios públicos e pelo menos três feridos após o terremoto de magnitude 7,2 na escala de Richter, ocorrido a 35 quilômetros ao norte de Coracora, na região de Ayacucho, no sul do país.

“O Centro de Operações de Emergência Setorial (COES) do Ministério da Educação relatou danos em nove instituições de ensino em Ayacucho e duas em Apurímac”, informou o Instituto Nacional de Defesa Civil (INDECI) em um comunicado no qual anunciou “o isolamento preventivo dos ambientes afetados” enquanto os danos são avaliados e são coordenadas “ações para garantir a continuidade do serviço educacional em locais seguros”.

Além disso, o Instituto informou que, por sua vez, “o COES do Ministério da Saúde registrou, até o momento, um total de três pessoas feridas”, todas atendidas no Hospital de Apoio de Coracora. O mesmo órgão, segundo o comunicado, registrou “danos em dez Instituições Prestadoras de Serviços de Saúde (IPRESS) em Ayacucho e duas em Cusco”, embora “os serviços de atendimento continuem em funcionamento”.

“Da mesma forma, seis estabelecimentos da Rede de Saúde de Ayacucho sofreram danos”, acrescenta, elevando o número total de prédios públicos afetados para 29.

O terremoto também afetou a rede elétrica da região, com uma interrupção que “afetou 6.023 usuários na província de Nazca (departamento de Ica) e 2.990 usuários no distrito de Puquio, província de Lucanas, departamento de Ayacucho”.

Diante desse problema, o COES do Ministério da Energia e Minas “ativou seu plano de contingência”, a fim de resolver a falta de energia o mais rápido possível e prestar assistência às pessoas afetadas.

Sendo essas, por enquanto, todas as consequências registradas pelo INDECI, o órgão indicou que “continua a coordenar-se com as autoridades regionais e locais, monitora a situação e recomenda que os Centros de Operações de Emergência permaneçam em funcionamento”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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