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MADRID 22 jan. (EUROPA PRESS) - As autoridades chilenas informaram que pelo menos 21 pessoas morreram e 20.000 foram afetadas pelos incêndios que estão ocorrendo no centro e no sul do país, e que levaram até o momento à detenção de onze pessoas após a queima de cerca de 40.000 hectares.
O ministro da Segurança chileno, Luis Cordero, indicou durante uma coletiva de imprensa que quatro dos detidos foram acusados de provocar incêndios, enquanto outros sete foram colocados sob custódia por violarem o toque de recolher declarado devido aos incêndios, de acordo com informações coletadas pelo jornal “La Tercera”.
Os quatro primeiros foram presos em Perquenco, na região de La Araucanía, por “terem provocado um incêndio”. “Foram encontrados combustível e acelerador”, disse ele, ao mesmo tempo em que solicitou a “prorrogação da detenção de todos eles” e confirmou que foi apresentada uma queixa contra eles.
Anteriormente, o ministro do Interior, Álvaro Elizalde, confirmou o novo balanço e que já são 21 as vítimas mortais dos incêndios, que afetam as regiões de Ñuble, Biobío e La Araucanía, onde se mantém o alerta vermelho. Do total de mortos, onze já foram identificados pelo Serviço Médico Legal do Chile. Além disso, indicou que é proibido o uso de drones nas zonas afetadas pelos incêndios, o que também afeta os meios de comunicação. “É muito perigoso operar esses drones, porque isso poderia provocar um acidente com as aeronaves que estão combatendo os incêndios”, afirmou.
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