Europa Press/Contacto/Maksim Konstantinov
MADRID 26 ago. (EUROPA PRESS) -
Um incêndio na sala de ginecologia de um hospital em Islamabad, capital do Paquistão, causou a morte de pelo menos 14 recém-nascidos que se encontravam no local e que, segundo as autoridades locais, “ficaram completamente carbonizados”.
Foi o que informou a administração do distrito da capital, que, em um comunicado divulgado pelo jornal paquistanês “Dawn”, destacou que “o incêndio foi controlado imediatamente e as crianças foram transferidas de imediato para a unidade de terapia intensiva”, embora tenha reconhecido que 14 deles “ficaram completamente queimados”.
A porta-voz do Instituto Paquistanês de Ciências Médicas (PIMS, na sigla em inglês), a doutora Aneeza Jalil, declarou ao referido jornal que havia 15 recém-nascidos na sala, mas “pelo menos um bebê foi salvo por um médico”.
O incêndio teria começado devido à explosão de um compressor de ar-condicionado dentro da sala, segundo informou a emissora Geo TV, citando fontes dos serviços de emergência.
O gabinete do primeiro-ministro do país, Shehbaz Sharif, confirmou nas redes sociais o número de mortes: “Shehbaz Sharif expressou seu profundo pesar pelo trágico incêndio na ala de recém-nascidos do Hospital PIMS, no qual 14 bebês perderam a vida”, diz a publicação.
Além disso, o primeiro-ministro “ordenou às autoridades que investiguem imediatamente” o ocorrido, informou o gabinete de Sharif. “Uma situação como essa, envolvendo crianças, é irreparável. É preciso examinar minuciosamente as causas do incidente, identificar os responsáveis e tomar as medidas mais rigorosas”, exigiu.
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