OVIEDO 13 maio (EUROPA PRESS) -
O biofísico francês Pascal Mayer afirmou sentir-se “profundamente honrado” após a concessão, nesta quarta-feira, do Prêmio Princesa das Astúrias de Pesquisa Científica e Técnica 2026, que divide com os químicos britânicos David Klenerman e Shankar Balasubramanian.
Mayer destacou que recebe esta distinção com “profunda gratidão e humildade” e ressaltou que o desenvolvimento da sequenciamento de nova geração foi fruto de uma ciência impulsionada pela curiosidade, pela abordagem multidisciplinar e pela colaboração entre instituições e países.
Da mesma forma, expressou seu desejo de que este reconhecimento sirva de inspiração para as gerações mais jovens, incentivando-as a explorar as interseções entre disciplinas científicas e a contribuir para a construção de “um mundo melhor” para as futuras gerações.
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