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BRUXELAS 20 jan. (EUROPA PRESS) -
A sessão plenária do Parlamento Europeu alertou nesta terça-feira para a “multiplicação” das violações do Direito Internacional Humanitário, com crises abertas como as de Gaza, Sudão e República Democrática do Congo, pelo que solicitaram mais investimento europeu em ajuda e exigiram sanções da União aos que impedem o acesso humanitário às zonas mais vulneráveis.
Em um relatório aprovado na sessão plenária de Estrasburgo (França), com 444 votos a favor, 153 contra e 55 abstenções, os eurodeputados condenam novamente os ataques contra civis e infraestruturas médicas na Faixa de Gaza, ao mesmo tempo em que exigem medidas para proteger os trabalhadores humanitários e expressam sua indignação com a situação no território.
Neste contexto, os eurodeputados defendem que a União Europeia tome medidas para impor sanções contra aqueles que impedem deliberadamente o acesso à ajuda e ao pessoal humanitário, alertando que bloquear a chegada de ajuda vital é um castigo coletivo que constitui um crime de guerra.
Além disso, exigem que o mandato e o financiamento da UNRWA sejam totalmente restabelecidos, sob um controlo e uma responsabilidade «reforçados».
“Num contexto de múltiplas crises, marcado por níveis recorde de necessidades humanitárias e por uma diminuição do financiamento mundial, a União Europeia deve assumir plenamente o seu papel de ator humanitário líder”, argumentou a relatora do relatório, a eurodeputada do PSOE Leire Pajín.
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