Publicado 11/06/2026 08:09

O Parlamento Europeu aprova um relatório com propostas da OMC para enfrentar a crise de profissionais de saúde

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PARLAMENTO EUROPEO - Arquivo

MADRID 11 jun. (EUROPA PRESS) -

O Parlamento Europeu aprovou por unanimidade um relatório que inclui propostas da Organização Médica Colegial (OMC) para enfrentar a crise de profissionais de saúde na Europa.

As contribuições da OMC, integradas pelos diferentes grupos políticos europeus, constituem uma resposta coordenada ao déficit de profissionais de saúde previsto para 2030 e consolidam o reconhecimento das ordens profissionais como interlocutores estratégicos na definição das políticas de saúde do futuro.

Entre as medidas aprovadas, destacam-se iniciativas destinadas a melhorar as condições de trabalho dos jovens médicos, prevenir o esgotamento profissional e favorecer a retenção de talentos médicos nos sistemas públicos de saúde. Além disso, estão incluídas propostas para melhorar a estabilidade no emprego, promover a conciliação entre vida profissional e pessoal e reforçar a proteção dos profissionais.

As propostas impulsionadas pela OMC buscam fortalecer o papel das ordens profissionais em áreas-chave como o planejamento do emprego na área da saúde, a validação de competências, o reconhecimento de especialidades e o acompanhamento da mobilidade profissional dentro da União Europeia, garantindo que os processos de homologação e reconhecimento profissional sejam conduzidos com critérios de qualidade, segurança do paciente e excelência assistencial.

A OMC considera que a aprovação unânime dessas iniciativas reforça o valor da liderança médica e a posiciona como uma “voz de referência” na construção de respostas europeias aos desafios que ameaçam a sustentabilidade dos sistemas de saúde.

“A construção da saúde do futuro exige contar ativamente com os profissionais médicos, que são aqueles que sustentam e lideram o sistema de saúde no seu dia a dia. Fortalecer a liderança médica e reconhecer o papel das ordens profissionais contribui para melhorar a governança da saúde, garantir um planejamento adequado dos recursos humanos e oferecer uma assistência de qualidade e segura para todos os cidadãos europeus”, afirmou o presidente da OMC, Tomás Cobo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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