Publicado 03/02/2026 18:35

A OTAN lança uma missão militar para reforçar a segurança do Ártico

Archivo - Arquivo - 25 de junho de 2025, Canadá: Nesta ilustração fotográfica, o logotipo da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) é exibido na tela de um smartphone.
Europa Press/Contacto/Thomas Fuller - Arquivo

BRUXELAS 3 fev. (EUROPA PRESS) - A OTAN lançou uma missão militar conhecida como “Sentinela Ártica” para reforçar a segurança da região em meio às tensões causadas pela intenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de controlar a Groenlândia.

Fontes da OTAN confirmaram nesta terça-feira, em declarações à Europa Press, que o planejamento da missão — denominada Arctic Sentry em inglês — “está em andamento” e indicaram que os detalhes da iniciativa “serão divulgados em breve”.

O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, defendeu recentemente que a defesa da região do Ártico é “uma prioridade” para a Aliança Atlântica e garantiu que os Estados-membros estão a debater os “próximos passos” para que o Ártico, e portanto a Groenlândia, “continue a ser seguro”.

Rutte lembrou que há oito países que se enquadram na região do Ártico, dos quais sete fazem parte da OTAN, incluindo os Estados Unidos e o Canadá, bem como outros cinco países europeus, como a Dinamarca (através da Groenlândia), Islândia, Noruega, Finlândia e Suécia.

O outro país é a Rússia, embora a China — aos olhos da Aliança Atlântica — “tenha se tornado uma espécie de país ártico” devido ao “volume de suas atividades e seu interesse na região”. Esse fato “já levou no ano passado a alguns debates” no seio da OTAN que culminaram “com muito sucesso”.

Está prevista para 12 de fevereiro uma reunião dos ministros da Defesa na sede da OTAN em Bruxelas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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