Publicado 06/05/2026 10:33

Os técnicos superiores da área da saúde entrarão em greve no dia 29 de maio para exigir que o Ministério da Fazenda aplique o grupo

Archivo - Arquivo - Várias pessoas durante uma manifestação dos Técnicos Superiores Sanitários (TSS), em frente ao Ministério da Saúde, em 3 de novembro de 2025, em Madri (Espanha). Os Técnicos Superiores Sanitários (TSS) reivindicam a atualização do Esta
Matias Chiofalo - Europa Press - Arquivo

Eles se reunirão em frente ao Ministério da Fazenda na própria sexta-feira, às 12h

MADRID, 6 maio (EUROPA PRESS) -

As Comissões pelo Grau anunciaram nesta quarta-feira a convocação de uma nova jornada de greve, que ocorrerá na sexta-feira, 29 de maio, para exigir do Ministério da Fazenda a “aplicação efetiva” do grupo B e, com isso, o “reconhecimento real, profissional e econômico” para os TSS.

As organizações que integram as Comissões pelo Grau denunciaram em um comunicado o “bloqueio sistemático” do Ministério da Fazenda, ao qual consideram “único responsável” pela falta de aplicação do grupo B e que “continua sem dar resposta aos repetidos pedidos de reunião realizados nos últimos meses”.

As Comissões afirmaram que este ministério é o “principal responsável” pela perda de poder aquisitivo e pela injustiça salarial em relação às demais categorias profissionais que os técnicos superiores de saúde vêm sofrendo há 19 anos.

Assim, insistiram na “inércia reiterada” do Ministério da Fazenda, apesar de existir jurisprudência do Supremo Tribunal e um acordo assinado em 2022 com as centrais sindicais CCOO e UGT.

Juntamente com a greve, será realizada uma manifestação em frente ao Ministério da Fazenda na mesma sexta-feira, às 12h. Com essas ações, as Comissões buscam que os ministérios da Fazenda e da Função Pública as recebam e informem sobre as medidas adotadas para a implementação iminente do grupo funcional B, por via de urgência.

Por outro lado, destacaram que os avanços promovidos pelo Ministério da Saúde continuam em andamento, após a incorporação das principais reivindicações ao desenvolvimento do Estatuto-Quadro e o incentivo a grupos de trabalho para o desenvolvimento acadêmico e profissional do coletivo, como a criação dos cursos de graduação em Imagem Médica e Radioterapia, bem como em Laboratório Clínico e Anatomia Patológica.

As organizações convocantes sublinharam que “não serão aceitos mais adiamentos nem desculpas administrativas” e, caso o Ministério da Fazenda responda negativamente ou com silêncio, definirão a ampliação do calendário de mobilizações e a adoção de novas paralisações.

Por fim, convocaram a participação maciça na greve e na manifestação. “A defesa dos direitos trabalhistas e profissionais conquista-se com unidade, organização e mobilização”, concluíram.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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