Publicado 22/07/2025 11:18

Os médicos preventivos apelam para o "senso de Estado" das partes para aprovar a Agência Estadual de Saúde Pública

Archivo - Arquivo - Um médico e um médico.
BYRYO/ISTOCK - Arquivo

MADRID 22 jul. (EUROPA PRESS) -

A Sociedade Espanhola de Medicina Preventiva, Saúde Pública e Gestão da Saúde (SEMPSPGS) fez um apelo ao "sentido de Estado" dos grupos parlamentares para que nesta terça-feira seja aprovado o projeto de lei para a criação da Agência Estatal de Saúde Pública (AESAP).

Segundo a sociedade, é fundamental aprender com os erros cometidos durante a gestão da pandemia de Covid-19, algo para o qual contribuiria o apoio a esta iniciativa, que conta com o consenso das principais sociedades científicas da área da saúde.

"Qualquer lei pode ser melhorada, mas chegou a hora de agir. A criação da Agência Estadual de Saúde Pública deve ter o mais amplo apoio possível. A profissionalização do sistema exige uma agência técnica, independente e especializada, e esse é um passo essencial", disse o porta-voz da SEMPSPGS, Adrian Hugo Aginagalde Llorente.

Conforme explicado pela sociedade, a agência permitiria uma resposta mais ágil e coordenada entre as diferentes administrações a futuras pandemias, bem como uma abordagem de "uma saúde" que leva em conta o fato de que a saúde humana, a saúde animal e a saúde ambiental estão intimamente interconectadas.

A Sociedade também enfatizou a importância de se ter uma equipe adequada na futura Agência, especialmente em termos de recursos humanos, e de se garantir que as condições de trabalho da equipe de saúde pública sejam iguais às dos profissionais dos serviços de saúde regionais. Esses aspectos, advertiram, terão de ser abordados no desenvolvimento regulatório e na definição das descrições de cargos.

Eles também pediram uma melhor coordenação com os serviços de medicina preventiva dos hospitais, que são responsáveis pela vigilância, prevenção e controle de infecções associadas à assistência à saúde e bactérias multirresistentes. "Não é aceitável que essa função continue a recair sobre unidades com recursos insuficientes e sem autonomia técnica", disse Aginagalde.

Por fim, eles apontaram que a implementação da Agência de Qualidade e Avaliação do Sistema Nacional de Saúde (SNS), prevista na Lei de Coesão e Qualidade, que é o outro "grande pilar" da reforma do SNS, ainda está pendente.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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