Publicado 13/01/2026 14:38

Os médicos internistas destacam seu "papel central" no tratamento integral das doenças infecciosas.

Archivo - Arquivo - Paciente em uma cama de hospital.
GORODENKOFF/ISTOCK - Arquivo

MADRID 13 jan. (EUROPA PRESS) - A Sociedade Espanhola de Medicina Interna (SEMI) destacou o “papel central” que os profissionais desta especialidade têm no tratamento integral de pacientes com doenças infecciosas, apontando sua contribuição “essencial” para a qualidade da assistência, a eficiência do Sistema Nacional de Saúde (SNS) e a continuidade dos cuidados.

Conforme indicado em um comunicado, a medicina interna tem sido e continua sendo a especialidade que estrutura o atendimento hospitalar de pacientes com patologias infecciosas, especialmente nos casos caracterizados por complexidade clínica, comorbidade, idade avançada ou coexistência de múltiplos processos crônicos.

Assim, os internistas são os que normalmente assumem o atendimento da maioria das infecções que chegam aos hospitais, desde as mais prevalentes até as graves e complexas, integrando o manejo clínico, diagnóstico e terapêutico dentro de uma visão global do paciente. Essa capacidade responde a uma formação ampla e sólida, que constitui um dos pilares fundamentais da especialidade.

Da mesma forma, a SEMI valorizou o trabalho de numerosos internistas que, dentro dos serviços de Medicina Interna, desenvolvem uma dedicação específica à área das doenças infecciosas, contribuindo de forma decisiva tanto para a assistência clínica como para o ensino e a investigação. Este modelo tem se mostrado eficaz e adaptável nos hospitais do país, garantindo uma assistência de qualidade sem fragmentar a responsabilidade clínica.

A sociedade médica defendeu a manutenção dos modelos de assistência que evitam a fragmentação da assistência hospitalar e reforçam a figura do internista como referência clínica, o que considera especialmente importante num contexto marcado pelo envelhecimento da população, pelo aumento da pluripatologia e pela crescente complexidade dos pacientes internados.

A SEMI também opinou que qualquer mudança que ocorra no sistema de formação e organização da saúde deve ser feita com base no consenso, no rigor técnico e na avaliação de seu impacto real sobre a assistência, o ensino e a sustentabilidade do sistema. Nesse sentido, reiterou sua disposição para o diálogo institucional e a colaboração com as administrações de saúde e o conjunto de sociedades científicas envolvidas. Por fim, enfatizou seu compromisso com a melhoria contínua da assistência a pacientes com doenças infecciosas, a partir de uma visão integradora, centrada na pessoa e coerente com os princípios que caracterizam a Medicina Interna no SNS.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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