O presidente da CESM cogita abandonar a atividade voluntária, apresentar uma denúncia à Comissão Europeia ou convocar uma greve por tempo indeterminado
PALMA, 21 maio (EUROPA PRESS) -
O presidente da Confederação Espanhola de Sindicatos Médicos (CESM), Miguel Lázaro, afirmou que estão estudando novas medidas de pressão para evitar o impacto da greve sobre os pacientes.
Ele fez essa declaração na tarde desta quinta-feira, em declarações à imprensa, durante a manifestação que reuniu mais de cinquenta médicos no centro de Palma para protestar contra o Ministério da Saúde pela falta de negociação para acordar um Estatuto-Quadro próprio para o grupo.
A previsão de Lázaro é que, quando terminar o período de greves mensais, que chegará ao fim no próximo dia 19 de junho, as mobilizações possam ter provocado cerca de três milhões de atos médicos.
“Há um componente, que é o prejuízo ao paciente, e estamos avaliando em que medida podemos propor outras estratégias de confronto. A população não merece isso, nem os pacientes”, afirmou o presidente da Simebal.
Embora tenha afirmado que, após a pausa em julho e agosto, “voltarão à carga” em setembro, ele não esclareceu se será por meio do mesmo sistema de greves mensais.
Uma das possibilidades que estão considerando, explicou Lázaro, é a possibilidade de os médicos renunciarem a toda a atividade voluntária que realizam.
Também convocar uma greve por tempo indeterminado, algo que ele disse que o coletivo “não quer”, ou apresentar uma denúncia perante a Comissão Europeia.
((Haverá continuação))
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