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MADRID 28 jan. (EUROPA PRESS) -
Os governadores das províncias argentinas da Patagônia solicitaram ao Congresso, nesta terça-feira, a Declaração Nacional de Emergência por Incêndios, alegando terem feito o mesmo em nível regional em outubro de 2025 e diante do que descreveram como um cenário climático “extremamente adverso” e “a seca mais severa desde 1965”, um panorama que se traduziu no terreno em quase 230.000 hectares queimados.
“Juntamente com os governadores da Patagônia, solicitamos ao Congresso Nacional a Declaração Nacional de Emergência Incendiária urgente, impulsionada por nossos legisladores”, anunciou o governador de Chubut, Nacho Torres, divulgando nas redes sociais um trecho de uma videoconferência conjunta com líderes e representantes das províncias de Río Negro, La Pampa, Neuquén e Santa Cruz.
No entanto, Torres defendeu que a magnitude dos incêndios “exige ferramentas excepcionais”. “Como fizeram recentemente o Chile e os Estados Unidos diante de emergências dessa magnitude, a Argentina precisa ativar mecanismos que permitam somar capacidades e coordenar esforços entre todas as províncias e o Estado Nacional”, acrescentou.
Nessa linha, ele argumentou que “a Patagônia não é um território isolado e o fogo não reconhece limites nem distingue entre partidos políticos, raças ou religiões”, pelo que pediu “a todos os blocos do Congresso que acompanhem este projeto com a urgência que o momento exige”.
A região sul da América do Sul enfrentou nos últimos meses incêndios devastadores que queimaram centenas de milhares de hectares. Especificamente, no lado argentino, o fogo queimou, de acordo com os dados apresentados na videoconferência dos governadores, 229.700 hectares: 168.000 em La Pampa, 45.000 em Chubut, 10.000 em Río Negro, 6.000 em Neuquén e 700 em Santa Cruz.
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