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MADRID 23 maio (EUROPA PRESS) -
O subchefe do Departamento de Bombeiros e Resgate de San Diego, Dan Eddy, declarou que "não acredita" que haja sobreviventes no avião particular que caiu na quinta-feira na cidade californiana de San Diego e que tinha seis pessoas a bordo, segundo a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA).
Foi o que ele explicou em uma coletiva de imprensa conjunta com representantes da polícia local, do exército e do conselho municipal, na qual, perguntado se acreditava que alguém no avião havia sobrevivido, ele hesitou antes de afirmar "não, acho que não".
O policial Anthony Carrasco disse que "ninguém na vizinhança morreu, mas oito (pessoas) foram levadas ao hospital por inalação de fumaça e ferimentos que não ameaçam a vida", de acordo com a NBC San Diego.
O avião, que atingiu a superfície do bairro de Murphy Canyon por volta das 3h45 (horário local), atingiu 15 casas e destruiu uma, ferindo oito pessoas e forçando a evacuação, devido ao vazamento de combustível, de cerca de 100 moradores da área, uma área de casas de famílias militares.
A aeronave Cessna 550 partiu do Aeroporto de Teterboro, nos arredores da cidade de Nova York, na noite de quarta-feira. Depois de uma parada em Wichita, Kansas, ele voou para San Diego. De acordo com os registros, a aeronave pertence a uma empresa do Alasca e foi construída em 1985, informou a CNN.
O Departamento de Polícia de San Diego pediu ao público que evitasse a área. De acordo com informações preliminares, nenhum pedido de socorro foi emitido antes do acidente, que também deixou vários carros queimados.
Após sua ação durante a madrugada, a polícia e o corpo de bombeiros de San Diego delegaram a investigação ao National Transportation Safety Board em cooperação com a FAA.
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