MADRID 29 set. (EUROPA PRESS) -
Os contínuos avanços no diagnóstico e no tratamento do infarto do miocárdio conseguiram reduzir sua taxa de mortalidade, embora continue sendo uma das principais causas de morte em nível mundial, com quase 18 milhões de mortes por ano, segundo assinalaram especialistas da Siemens Healthineers por ocasião do Dia Mundial do Coração, que se celebra nesta segunda-feira.
Esse declínio nas taxas de mortalidade está relacionado a inovações como o uso de técnicas de imagem não invasivas para estudar possíveis anormalidades estruturais do stent em condições como a doença cardíaca isquêmica.
É por isso que eles enfatizaram a importância de ter a tecnologia e os recursos para diagnosticar e tratar cada paciente cardíaco da maneira "mais rápida" e "melhor possível", a fim de limitar os danos causados por essas condições.
"As pessoas costumam pensar em doenças cardíacas em termos de oclusão coronariana e consequências relacionadas ao estilo de vida, mas o coração é um órgão muito complexo e as doenças cardíacas podem se apresentar de várias formas", observaram os especialistas da Siemens Healthineers.
Por sua vez, o presidente da Associação de Imagens Cardíacas da Sociedade Espanhola de Cardiologia, Manuel Barreiro, destacou a eficácia de exames como a Angiografia por Tomografia Computadorizada Coronariana (CTCA) para suspeitas de doença arterial em pacientes que não sofreram infarto agudo do miocárdio.
"A vantagem do CTCA é que se trata de um scanner de alta resolução com uma técnica não invasiva de alta resolução que pode detectar obstruções em estágios iniciais, quantificar a carga calcificada e orientar estratégias preventivas e farmacológicas personalizadas antes do surgimento de um evento coronariano, evitando procedimentos desnecessários", acrescentou.
No entanto, ele também destacou a importância de adotar hábitos de vida saudáveis para evitar que as pessoas desenvolvam doenças cardíacas, como a aterosclerose, um tipo específico de doença arterial coronariana que ocorre quando gorduras, colesterol e outras substâncias se acumulam nas paredes das artérias.
Esse acúmulo, conhecido como placa, pode fazer com que as artérias se estreitem, bloqueiem o fluxo sanguíneo e até mesmo se rompam, resultando em um coágulo sanguíneo.
"A prevenção é a ferramenta mais poderosa: uma dieta balanceada rica em frutas e vegetais, evitar substâncias tóxicas como álcool ou tabaco, reduzir o estresse, ter uma boa noite de sono e combinar exercícios aeróbicos regulares com treinamento de força adaptado à idade de cada paciente retardam e reduzem a progressão da aterosclerose e aumentam a eficácia dos medicamentos", concluiu Barreiro.
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