UNSPLASH/ NATHANA REBOUÇAS
MADRID 23 jul. (Portaltic/EP) -
O número de ataques baseados em NFC direcionados a smartphones Android para roubar dinheiro aumentou 188% nos primeiros quatro meses do ano, com maior presença da modalidade inversa — mais difícil de detectar —, que faz com que sejam as próprias vítimas a transferir voluntariamente o dinheiro para os atacantes.
A tecnologia NFC (comunicação de campo próximo) permite a troca de dados entre dispositivos próximos uns dos outros de forma sem fio. É ela que possibilita os pagamentos sem contato com o celular nos terminais de pagamento dos estabelecimentos e o uso do cartão de transporte público bastando aproximá-lo das catracas de acesso.
O crime cibernético encontrou uma maneira de explorar essa tecnologia para seus próprios fins, com ataques ligados a diferentes famílias de “malware” para Android que utilizam técnicas NFC, incluindo SuperCard X, PhantomCard, NGate e outras versões maliciosas da ferramenta NFCGate.
Ao exigir que a vítima aproxime seu celular Android de outro dispositivo para concluir o golpe, os cibercriminosos — que já haviam entrado em contato por meio de um aplicativo de mensagens — a convencem a baixar um ‘malware’, por exemplo, oculto em um aplicativo financeiro.
Nesse caso, assim que o “malware” infecta o dispositivo da vítima, basta que ela aproxime seu cartão bancário do “smartphone” e digite a senha para que os invasores obtenham os dados e, assim, roubem seu dinheiro.
No entanto, a empresa de segurança Kaspersky indica que há outra modalidade que está ganhando popularidade, pois “é muito mais difícil de detectar e combater, já que são as próprias vítimas que transferem voluntariamente o dinheiro para as contas dos cibercriminosos, e essas operações podem parecer totalmente legítimas”, explicou o especialista-chefe de segurança da Kaspersky, Sergey Golovanov.
Essa outra modalidade é conhecida como NFC reverso e requer o uso de engenharia social para convencer a vítima a baixar um aplicativo malicioso e transformá-lo em seu principal método de pagamento sem contato no celular.
Esse aplicativo gera um sinal NFC que os caixas eletrônicos interpretam como se fosse o cartão dos criminosos. Isso é complementado com a solicitação para que a vítima deposite dinheiro em uma suposta conta segura usando seu celular infectado, o que faz com que, na verdade, o dinheiro acabe indo diretamente para as mãos dos criminosos.
O uso dessas técnicas resultou em um aumento de 188% nos ataques NFC contra smartphones Android nos primeiros quatro meses de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
De acordo com dados de telemetria da Kaspersky, coletados no relatório “Financial sector threat landscape in 2025”, as soluções de segurança cibernética dessa empresa bloquearam 35.600 ataques vinculados a diferentes famílias de “malware” para NFC, em comparação com o bloqueio de pouco mais de 12.300 ataques em 2025.
Embora a empresa de segurança indique que esse tipo de ataque tenha maior incidência na Rússia, ela também destaca que usuários de outras regiões, especialmente na Europa e na América Latina, também começam a sofrer ataques baseados em NFC.
Para se proteger contra eles, a empresa recomenda evitar instalar aplicativos de fontes não oficiais, como aqueles recebidos por mensagens, redes sociais, SMS ou durante chamadas telefônicas, e não seguir instruções de desconhecidos em caixas eletrônicos, independentemente de quem eles digam ser.
O número de ataques baseados em NFC direcionados a smartphones Android para roubar dinheiro aumentou 188% no que vai do ano, com maior presença da modalidade inversa — mais difícil de detectar —, que faz com que sejam as próprias vítimas a transferir voluntariamente o dinheiro para os atacantes.
A tecnologia NFC (comunicação de campo próximo) permite a troca de dados entre dispositivos próximos uns dos outros de forma sem fio. É ela que possibilita os pagamentos sem contato com o celular nos terminais de pagamento dos estabelecimentos e o uso do cartão de transporte público bastando aproximá-lo das catracas de acesso.
O crime cibernético encontrou uma maneira de explorar essa tecnologia para seus próprios fins, com ataques ligados a diferentes famílias de “malware” para Android que utilizam técnicas NFC, incluindo SuperCard X, PhantomCard, NGate e outras versões maliciosas da ferramenta NFCGate.
Ao exigir que a vítima aproxime seu celular Android de outro dispositivo para concluir o golpe, os cibercriminosos — que já haviam entrado em contato por meio de um aplicativo de mensagens — a convencem a baixar um “malware”, por exemplo, oculto em um aplicativo financeiro.
Nesse caso, assim que o “malware” infecta o dispositivo da vítima, basta que ela aproxime seu cartão bancário do “smartphone” e digite a senha para que os invasores obtenham os dados e, assim, roubem seu dinheiro.
No entanto, a empresa de segurança Kaspersky indica que há outra modalidade que está ganhando popularidade, pois “é muito mais difícil de detectar e combater, já que são as próprias vítimas que transferem voluntariamente o dinheiro para as contas dos cibercriminosos, e essas operações podem parecer totalmente legítimas”, explicou o especialista-chefe de segurança da Kaspersky, Sergey Golovanov.
Essa outra modalidade é conhecida como NFC reverso e requer o uso de engenharia social para convencer a vítima a baixar um aplicativo malicioso e transformá-lo em seu principal método de pagamento sem contato no celular.
Esse aplicativo gera um sinal NFC que os caixas eletrônicos interpretam como se fosse o cartão dos criminosos. Isso é complementado pelo pedido para que a vítima deposite dinheiro em uma suposta conta segura usando seu celular infectado, o que faz com que, na verdade, o dinheiro acabe indo diretamente para as mãos dos criminosos.
O uso dessas técnicas resultou em um aumento de 188% nos ataques NFC contra smartphones Android nos primeiros quatro meses de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
De acordo com dados de telemetria da Kaspersky, coletados no relatório “Financial sector threat landscape in 2025”, as soluções de segurança cibernética dessa empresa bloquearam 35.600 ataques vinculados a diferentes famílias de “malware” para NFC, em comparação com o bloqueio de pouco mais de 12.300 ataques em 2025.
Embora a empresa de segurança indique que esse tipo de ataque tenha maior incidência na Rússia, ela também destaca que usuários de outras regiões, especialmente na Europa e na América Latina, também estão começando a sofrer ataques baseados em NFC.
Para se proteger contra eles, ela recomenda evitar instalar aplicativos de fontes não oficiais, como aqueles recebidos por mensagens, redes sociais, SMS ou durante chamadas telefônicas, e não seguir instruções de desconhecidos em caixas eletrônicos, independentemente de quem eles digam ser.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático