MADRID 24 jun. (Portaltic/EP) -
A OpenAI apresentou seu primeiro processador para inteligência artificial (IA), batizado de Jalapeño, projetado para lidar com as cargas de trabalho dos modelos de linguagem de grande porte (LLM) atuais e futuros.
O Jalapeño é um processador projetado para funcionar com todos os LLMs, otimizado para a inferência, ou seja, o processo no qual a IA recebe a solicitação do usuário e aplica o conhecimento adquirido durante seu treinamento para fornecer um resultado.
Seu desenvolvimento, concluído do zero em nove meses em parceria com a Broadcom e a Celestica, faz parte da estratégia da OpenAI de trabalhar não apenas com a IA, mas também com a infraestrutura que a sustenta e impulsiona, o que permite que “seus modelos sejam mais rápidos, mais confiáveis e mais acessíveis para os usuários”, conforme indicado em um comunicado divulgado em seu blog.
“Otimizamos a arquitetura em torno dos núcleos, do movimento de memória, da rede e dos padrões de serviço que são mais importantes para os modelos de IA de ponta”, detalhou o diretor do programa de hardware da OpenAI, Richard Ho.
O objetivo do Jalapeño é otimizar a eficiência computacional, para oferecer melhor desempenho e menor latência, e impulsionar o uso de LLMs em escala e a longo prazo. Atualmente, esse chip está executando cargas de trabalho de IA no laboratório da OpenAI na frequência e potência alvo de produção, incluindo o GPT-5.3-Codex-Spark.
A empresa de tecnologia pretende criar uma “plataforma de computação multigeracional”, que planeja implementar até o final deste ano e expandir ao longo do tempo.
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