Publicado 14/03/2025 08:19

ONU aprova a colocação de cinco novas substâncias psicoativas e um medicamento sob controle internacional

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MADRID 14 mar. (EUROPA PRESS) -

A Comissão de Entorpecentes da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou a colocação sob controle internacional de cinco novas substâncias psicoativas e um medicamento, seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que denunciou a "fabricação clandestina" dessas substâncias e o "grave risco" que isso representa para a saúde pública.

"Estamos satisfeitos com o fato de a Comissão ter aceitado todas as recomendações da OMS e acrescentado essas substâncias às listas relevantes das Convenções de 1961 ou 1971. Esperamos que os países e as comunidades aumentem a vigilância e tomem as medidas necessárias para proteger os grupos vulneráveis, especialmente os jovens, contra essas substâncias", explicou Deus Mubangizi, diretor de Políticas e Padrões de Produtos de Saúde da OMS.

Quatro das substâncias foram incluídas no Anexo I da Convenção Única sobre Entorpecentes (1961), conforme emendada pelo Protocolo de 1972. Especificamente, são os opiáceos sintéticos N-pirrolidina protonitazeno, também conhecido como protonitazepina; N-pirrolidina metonitazeno, também conhecido como metonitazepina; etonitazepipne, também conhecido como N-piperidinil etonitazeno; e N-desetil isotonitazeno, também conhecido como norisotonitazeno.

Todos eles demonstraram causar danos graves, inclusive morte, e não têm uso terapêutico conhecido.

O canabinoide semissintético hexahidrocanabinol, também conhecido como HHC, foi incluído no Cronograma II da Convenção sobre Substâncias Psicotrópicas (1971). Há evidências suficientes de que seu uso constitui um problema social e de saúde pública para justificar seu controle internacional.

O carisoprodol, um relaxante musculoesquelético de ação central comercializado como preparação de ingrediente único e em produtos combinados, foi incluído no Anexo IV da Convenção sobre Substâncias Psicotrópicas (1971). Há evidências crescentes de que seu uso não médico constitui um risco significativo para a saúde pública.

Com o surgimento contínuo de substâncias mais nocivas, como os opioides sintéticos fabricados clandestinamente para uso não médico, como o fentanil e os nitazenos, os Estados Membros expressaram seu interesse em que a OMS faça novas análises científicas dessas substâncias em um futuro próximo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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