Europa Press/Contacto/Bianca Otero - Arquivo
MADRID 28 jun. (EUROPA PRESS) -
A ONU destacou nesta sexta-feira a difícil situação pela qual passa a Birmânia e lamentou que "a guerra, a repressão e o sofrimento" estejam afundando o país, condicionando suas possibilidades de melhora no futuro, embora tenha destacado o espírito de paz e superação da população birmanesa.
"A Birmânia está se afundando cada vez mais em uma catástrofe humanitária, à medida que a escalada dos ataques militares, as restrições de ajuda incapacitantes e o colapso do apoio internacional empurram milhões de pessoas para a fome e o desespero", disse o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Turk.
Turk insistiu que "as condições no local só pioraram" e enfatizou que "apesar dos enormes desafios, as pessoas em toda a sociedade estão se esforçando para construir (um) país pacífico, sustentável, democrático e diversificado baseado nos direitos humanos".
Na mesma linha, o Alto Comissário apontou "quatro caminhos principais" na transição da Birmânia para a paz e a democracia, defendendo "justiça e responsabilidade, governança democrática, reforma econômica favorável às pessoas e engajamento internacional contínuo".
Nesse contexto, Turk enfatizou particularmente a necessidade "imperativa" de que "os militares acabem imediatamente com a violência, permitam o acesso humanitário desimpedido e libertem todas as pessoas detidas arbitrariamente", em um contexto de turbulência em que "priorizar os direitos humanos oferece esperança".
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático