Publicado 14/08/2026 09:49

ONGs intensificam suas ações na Colômbia após o terremoto para atender milhares de famílias em áreas rurais

Equipes de socorro percorrem uma rua repleta de escombros após o terremoto ocorrido na segunda-feira em Pereira, na Colômbia, na terça-feira, 11 de agosto de 2026. O terremoto de magnitude 7,4, que matou mais de 100 pessoas e danificou centenas de prédios
JUAN ARREDONDO / New York Times / Europa Press / C

MADRID 14 ago. (EUROPA PRESS) -

ONGs como a Ação contra a Fome e a World Vision intensificaram e ampliaram suas ações humanitárias na Colômbia após o terremoto de magnitude 7,4 registrado no último dia 10 de agosto, o mais forte que o país sofreu na última década.

Assim, a Ação contra a Fome concentrou sua resposta no departamento de Chocó, onde presta apoio às comunidades rurais e de difícil acesso atingidas por deslizamentos de terra e interrupções nos serviços básicos.

Mais especificamente, a organização distribuiu kits de água potável, higiene, alimentos e abrigo temporário em municípios como Tadó, Nóvita e Quibdó — onde atende 104 pessoas no Coliseu Municipal — e prevê estender a ajuda a Sipí, Medio Baudó, Lloró e Medio San Juan.

“Nosso principal desafio agora é chegar às comunidades rurais que permanecem isoladas e onde ainda estamos concluindo as avaliações”, explicou Mario Dager, trabalhador humanitário da Ação contra a Fome na Colômbia.

Enquanto isso, a World Vision começou a implementar uma resposta voltada para a proteção infantil, abrigo, saneamento e a criação de espaços seguros para famílias na Região Cafeeira e em Cali.

Por esse motivo, suas equipes técnicas realizam avaliações de campo a partir de diferentes cidades para determinar as necessidades mais urgentes, em coordenação com as autoridades locais e organizações comunitárias.

“Trabalhamos em estreita colaboração com as comunidades e nossos parceiros para chegar àqueles que mais precisam e garantir que as crianças permaneçam protegidas e recebam o apoio necessário”, afirmou o diretor da World Vision na Colômbia e na Venezuela, Peter Gape.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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