Publicado 15/10/2025 06:55

O oncologista incentiva as pessoas a saberem se são portadoras de uma mutação associada ao câncer de mama, pois isso permite que ela

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MADRID 15 out. (EUROPA PRESS) -

A médica oncologista Isabel Echavarría, especialista do Hospital Universitário Gregorio Marañón (Madri), incentivou as pessoas a conhecerem seu histórico genético e familiar de câncer de mama, pois saber se uma pessoa é portadora de uma mutação genética permite antecipar o desenvolvimento de tumores tanto na paciente quanto em seus familiares.

Isso foi destacado no âmbito da campanha "Heranças Delicadas", promovida pela Aliança MSD-AstraZeneca, em colaboração com a Associação Hereditária de Mama e Ovário (AMOH), por ocasião do Dia Mundial do Câncer de Mama, que é comemorado neste domingo.

A iniciativa convida a abrir a conversa sobre a herança genética, que em muitas famílias continua sendo um tabu, já que ter essa informação cedo pode desempenhar um papel fundamental na redução de alguns riscos potenciais, tentando se antecipar em outros casos e cuidando da saúde de toda a família.

Tanto as mulheres quanto os homens podem ser portadores de mutações associadas ao câncer de mama hereditário e saber disso pode não apenas antecipar os tumores do portador, mas também ajudar a avaliar medidas preventivas nas gerações seguintes.

Como enfatizou a Dra. Echavarría, é "essencial" diagnosticar os tumores precocemente para ter um melhor prognóstico da doença.

A presidente da AMOH, Marisa Cots, que vivenciou em primeira mão o impacto do câncer de mama hereditário, disse que saber sobre uma mutação não significa viver com a doença. "Significa ter a oportunidade de tentar agir com antecedência", enfatizou.

RUMO A UM PLANO NACIONAL

Delicate Inheritances' dá continuidade ao trabalho iniciado em 2024, quando a MSD-AstraZeneca Alliance e a AMOH promoveram a criação do relatório Hereditary Cancer Code, um documento que compila propostas para avançar em direção a um plano nacional específico para tratar do câncer de mama hereditário.

O relatório propõe medidas para fortalecer o papel das Unidades de Aconselhamento Genético, reduzir as desigualdades territoriais, um aspecto crucial porque os membros da família podem viver em diferentes comunidades autônomas, e garantir apoio abrangente para pacientes e famílias, incluindo apoio psicológico.

Dessa forma, a nova campanha se concentra nas famílias, nas histórias compartilhadas e na importância de conhecer o legado genético para tomar decisões informadas sobre saúde.

De acordo com dados da Sociedade Espanhola de Oncologia Médica, espera-se que mais de 37.000 casos de câncer de mama sejam diagnosticados até 2025. Estima-se que entre cinco e 10% dos casos sejam de origem hereditária.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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