Carlos Luján - Europa Press - Arquivo
MADRID 9 maio (EUROPA PRESS) -
A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou para seis o número de casos confirmados de hantavírus relacionados ao cruzeiro MV Hondius, onde já foram registradas três mortes, enquanto outros quatro pacientes permanecem hospitalizados e as investigações continuam para determinar a origem exata do surto.
De acordo com o último relatório divulgado pela OMS, até 8 de maio foram notificados oito casos relacionados ao surto, dos quais seis foram confirmados como infecções pela variante Andes do hantavírus — a única cepa da qual foi documentada a transmissão entre humanos —, enquanto também ocorreram três mortes (duas confirmadas e uma provável).
Além disso, um caso anteriormente relatado como suspeito foi reclassificado após apresentar resultado negativo para a variante Andes, após ter sido submetido a PCR e sorologia. Da mesma forma, as investigações epidemiológicas da OMS continuam em andamento para determinar a fonte de exposição, incluindo o histórico de viagens e as possíveis exposições do primeiro caso.
Além disso, um especialista da OMS e outro do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças estão a bordo do cruzeiro para apoiar os passageiros, a tripulação e os operadores do navio durante a viagem.
Entre os afetados está um homem que desembarcou no último dia 14 de abril em Tristão da Cunha e que permanece isolado e estável, considerado por enquanto um caso provável até a confirmação laboratorial.
As autoridades sanitárias também localizaram passageiros que compartilharam voo entre a ilha de Santa Elena e a África do Sul com uma das pessoas falecidas. Na África do Sul, já foram identificados 75 contatos, dos quais 42 permanecem sob acompanhamento médico.
A OMS recomenda aos países envolvidos neste evento que continuem os esforços de coordenação e gestão da saúde pública tanto a bordo dos meios de transporte quanto nos países onde há casos e/ou contatos ou para onde estes retornarão. Além disso, acrescenta que a prevenção e o controle de infecções continuam sendo essenciais para proteger o pessoal de saúde e os passageiros.
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