Carlos Luján - Europa Press
MADRID 12 maio (EUROPA PRESS) -
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, reconheceu uma “certa melhora” nas evacuações médicas que estão ocorrendo na Palestina, bem como no acesso à ajuda humanitária; no entanto, alertou que ainda “não há acesso total”.
“A situação não é a que gostaríamos, porque ainda não há acesso total garantido. Por exemplo, continuamos tendo problemas com a chegada de medicamentos que deveriam poder entrar em Gaza”, afirmou Tedros durante uma coletiva de imprensa ao lado do presidente do Governo, Pedro Sánchez.
Nesse contexto, o diretor-geral da OMS destacou que deveriam chegar diariamente cerca de 600 caminhões com ajuda humanitária, embora esse número não esteja sendo registrado. Além disso, alguns caminhões estão entrando na Faixa com mercadorias destinadas à venda, apesar de muitos cidadãos de Gaza não terem condições de comprá-las. “O que precisamos é fazer chegar a ajuda humanitária para que as pessoas possam ter acesso à assistência de que precisam”, observou.
Assim, ele insistiu que, apesar da ligeira melhora registrada, a situação continua sendo muito preocupante. “Ainda não há acesso total. Essa situação continua representando um enorme desafio”, sinalizou, ao mesmo tempo em que lembrou a grave deterioração das infraestruturas e do sistema de saúde. “Muitos hospitais praticamente desapareceram, e isso representa outro grande problema”, acrescentou.
Por fim, afirmou que a OMS trabalha atualmente na reabilitação de instalações médicas para garantir que as pessoas que precisam de atendimento de saúde possam recebê-lo. “Essa é a nossa prioridade neste momento”, concluiu.
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