Publicado 10/03/2026 10:20

A OMC garante que a cobertura a imigrantes irregulares não altera o trabalho dos médicos: “Atendemos sempre a todos”.

Archivo - Arquivo - O presidente da OMC, Tomás Cobo, durante o “Fórum Profissões da Saúde: A profissão médica na Espanha”, no Hotel Hesperia Madrid, em 16 de outubro de 2025, em Madri (Espanha). O encontro foi organizado pela Europa Press, Hospiten, a
Alberto Ortega - Europa Press - Arquivo

MADRID 10 mar. (EUROPA PRESS) - O presidente da Organização Médica Colegial (OMC), Tomás Cobo, garantiu que a aprovação do decreto real que restabelece a cobertura sanitária aos imigrantes em situação irregular não altera o trabalho dos médicos, uma vez que estes sempre atenderam os pacientes “independentemente da sua origem”.

“Temos um modelo universal, público e gratuito, pelo que os médicos sempre atendemos os mais frágeis, venham eles de onde vierem”, explicou Cobo em declarações à Europa Press.

Nesse contexto, ele ressaltou que, com a aprovação do governo, a profissão médica “entra e sai pouco”, porque “em nenhum caso um profissional médico deixará alguém na porta do pronto-socorro sem atendimento”. “Isso não acontece em nosso país”, acrescentou Cobo.

Assim, ele ressaltou que o trabalho dos médicos é atender a todos os pacientes, mas lembrou que “a gestão cabe aos gestores”. Nesse sentido, ele apontou que devolver as garantias que o modelo de saúde já estabelece é positivo para “deixar isso bem claro”. “Por isso, não deixa de ser uma notícia que esperamos dentro desse modelo”, detalhou.

Nesta terça-feira, o Conselho de Ministros aprovou o Real Decreto (RD) que garante o acesso à assistência médica pública a estrangeiros que vivem na Espanha sem residência legal, com o objetivo de reforçar a universalidade do Sistema Nacional de Saúde (SNS), eliminando barreiras administrativas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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