Publicado 21/07/2026 14:10

A OMC adia sua avaliação sobre o projeto de lei sobre medicamentos até verificar se ele inclui suas alegações

Archivo - Arquivo - Comprimidos multicoloridos espalhados pelo recipiente plástico branco para medicamentos
IGORISS/ ISTOCK - Arquivo

MADRID 21 jul. (EUROPA PRESS) -

A Ordem dos Médicos (OMC) anunciou que não avaliará o Projeto de Lei sobre Medicamentos e Produtos de Saúde, aprovado nesta terça-feira em segunda votação no Conselho de Ministros, até verificar “em profundidade” se ele inclui as alegações que a entidade apresentou para reforçar a segurança do paciente.

“Assim que essa análise for concluída, a OMC divulgará sua avaliação e continuará contribuindo, a partir de sua função institucional, para a tramitação de uma norma que reforce as garantias de atendimento”, indicou a entidade nesse sentido, referindo-se às contribuições apresentadas durante a audiência pública.

Nesse sentido, a referida instituição colegiada declarou que “todas as propostas encaminhadas ao Ministério da Saúde respondem a um objetivo prioritário”, que é o de “reforçar a proteção do paciente”, além de buscar promover “a qualidade da assistência e a segurança clínica”.

PRESCRIÇÃO

“Entre os aspectos que serão objeto de análise especial figura a delimitação das competências em matéria de prescrição, com o objetivo de garantir um quadro claro de responsabilidades que contribua para a segurança jurídica e a proteção dos pacientes”, continuou, ao expor sua opinião de que essa norma “deveria se concentrar na regulamentação de medicamentos e produtos de saúde”.

A esse respeito, ele enfatizou que “a prescrição é um ato clínico indissociável do diagnóstico, da indicação terapêutica, do acompanhamento e da responsabilidade assistencial do médico”. Por isso, insistiu que verificará “se o texto definitivo diferencia claramente as funções de prescrever, indicar, dispensar ou autorizar medicamentos, evitando qualquer ambiguidade que possa comprometer a segurança clínica dos pacientes”.

Por fim, a OMC informou que sua posição é compartilhada pelo Fórum da Profissão Médica da Espanha (FPME), do qual faz parte juntamente com a Federação de Associações Científico-Médicas Espanholas (FACME), o Conselho Estadual de Estudantes de Medicina (CEEM) e as confederações Espanhola de Sindicatos Médicos (CESM) e Nacional de Decanos das Faculdades de Medicina (CNDFME).

Todas essas organizações “apoiaram as alegações apresentadas”, continuou ele, concluindo ao destacar que “a defesa de um quadro de competências claro, da responsabilidade clínica e da segurança do paciente constitui uma posição comum da profissão médica espanhola”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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