Publicado 18/07/2025 07:57

O Ombudsman de Lesões Cerebrais destaca para o Ombudsman a importância de identificar as pessoas com essa lesão depois que elas rece

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MADRID 18 jul. (EUROPA PRESS) -

A presidente do Dano Cerebral do Estado, Ana Cabellos, transmitiu à primeira deputada da Defensoria do Povo, Teresa Jiménez-Becerril, a necessidade "urgente" de estabelecer um código ou indicador de diagnóstico após a alta hospitalar para identificar pessoas com dano cerebral adquirido, uma lesão súbita em um cérebro previamente saudável que pode gerar sequelas motoras, cognitivas, sensoriais, emocionais ou comunicativas.

Cabellos explicou que esse registro poderia facilitar o "planejamento adequado" dos recursos, além de oferecer atendimento "abrangente" após a fase hospitalar, um aspecto fundamental para melhorar a vida desses pacientes e de suas famílias.

Ele também melhoraria a coleta de dados epidemiológicos sobre a prevalência de lesão cerebral adquirida, o que permitiria determinar se os recursos de atendimento disponíveis são suficientes para o volume de pessoas com essa lesão em cada comunidade autônoma.

A instituição se mostrou "receptiva" à proposta e apontou a possibilidade de consultar a Direção Geral de Saúde Pública para conhecer o estado da questão, que está incluída precisamente no 1º Plano Nacional para o Bem-Estar Saudável das Pessoas com Deficiência 2022-2026, do Ministério dos Direitos Sociais, Consumo e Agenda 2030, que reconhece a importância dessa codificação para a garantia efetiva da reabilitação, bem como para identificar se os recursos de atendimento são suficientes para cobrir suas necessidades.

Também participaram da reunião a diretora administrativa da State Cerebral Damage, Libertad Martínez, a diretora do Gabinete do primeiro deputado, María José Pastor, e o diretor da Área de Saúde e Política Social, Rafael Muguruza.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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