Publicado 13/08/2026 07:19

A OCU denuncia o uso fraudulento de seu nome e logotipo para promover o suposto produto para emagrecer “OzemPil”

A OCU denuncia o uso fraudulento de seu nome e logotipo para promover o suposto produto para emagrecer “OzemPil”
OCU

MADRID 13 ago. (EUROPA PRESS) -

A Organização de Consumidores e Usuários (OCU) denunciou à Polícia Nacional o uso fraudulento de seu nome e logotipo para promover o suposto produto para emagrecer “OzemPil”, o que foi detectado por meio de anúncios nas redes sociais.

Segundo a organização, o uso indevido e não autorizado desses elementos registrados, bem como de sua identidade visual, justificou essa ação após o recebimento de inúmeras consultas e denúncias de consumidores que haviam visto publicações no “Instagram” e em outras plataformas. Nessas publicações, afirmava-se falsamente que essa entidade recomendava, aprovava ou havia testado esse produto.

“A OCU quer deixar claro que nunca avaliou, recomendou nem endossou o ‘OzemPil’ nem qualquer outro produto com essas características por meio dos canais utilizados nesses anúncios”, enfatizou, lembrando que suas recomendações são publicadas exclusivamente em suas revistas, estudos, análises e páginas oficiais.

Nesse sentido, a OCU destacou que os anúncios detectados reproduzem elementos identificativos próprios sem autorização, o que gera “uma aparência de credibilidade que pode levar os consumidores a tomar decisões de compra que, de outra forma, não tomariam”. De fato, a organização ressaltou que o nome do produto “parece buscar uma associação com medicamentos amplamente conhecidos para o tratamento do diabetes e da perda de peso, o que aumenta o risco de confusão entre os consumidores”.

PODEM OCORRER RISCOS SIGNIFICATIVOS À SAÚDE

“Esse tipo de prática constitui uma forma especialmente grave de propaganda enganosa, ao se aproveitar da confiança que os consumidores depositam em organizações independentes de defesa de seus direitos”, explicou, ao mesmo tempo em que afirmou que “a compra de produtos para emagrecer comercializados por meio de canais não oficiais pode acarretar riscos significativos”.

A esse respeito, ele afirmou que “a composição desses produtos costuma ser desconhecida e nem sempre está sujeita aos controles exigidos pelas autoridades sanitárias”. Além disso, os consumidores “podem enfrentar dificuldades para exercer seus direitos em caso de incidência, reclamação ou devolução”, observou, ao que acrescentou “o risco de fraude econômica e de uso indevido de dados pessoais e bancários, especialmente quando as compras são realizadas por meio de sites pouco transparentes ou de difícil identificação”.

Por tudo isso, e após afirmar que é “indispensável” reforçar “a vigilância sobre a publicidade enganosa divulgada nas redes sociais”, para o que exigiu “um maior envolvimento das plataformas digitais”, ele apresentou uma série de recomendações, sendo a primeira delas desconfiar de produtos que prometam resultados rápidos ou milagrosos.

Sempre verifique as recomendações ou supostos endossos nos sites oficiais das entidades mencionadas; não forneça dados pessoais ou bancários em sites cuja identidade ou legitimidade não possa ser verificada; guarde comprovantes de compra e capturas de tela caso haja suspeita de ter sido vítima de uma fraude; e apresente uma reclamação e denuncie os fatos, caso considere ter sofrido prejuízo econômico ou risco à saúde — essas são as demais recomendações.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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