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MADRID 22 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades mexicanas confirmaram no domingo a morte de uma das pessoas hospitalizadas após a explosão de um caminhão-tanque há mais de uma semana na Ponte Concordia, na Cidade do México, elevando o número de mortos no acidente para 28.
O diretor do Instituto de Segurança e Serviços Sociais para Trabalhadores do Estado (ISSSTE), Martí Batres, anunciou em sua conta na rede social X "a morte de um paciente de 36 anos que havia sido tratado no Hospital Regional General Ignacio Zaragoza por queimaduras graves após os eventos na Ponte Concordia".
Esses números podem variar, já que 17 pessoas continuam hospitalizadas, de acordo com o último balanço oferecido pelas autoridades de saúde da capital mexicana e divulgado pelo jornal 'El Sol de México', embora 39 das quase cem vítimas afetadas pela explosão já tenham recebido alta hospitalar.
A procuradora geral da Cidade do México, Bertha María Alcalde, disse que as investigações iniciais sugerem que o caminhão pode ter capotado devido ao excesso de velocidade. O motorista de 34 anos, que estava em estado crítico, é um dos mortos no acidente, que mobilizou dezenas de policiais.
A Secretaria de Proteção Civil da Cidade do México declarou que realizará uma série de grupos de trabalho com a Agência Federal de Segurança, Energia e Meio Ambiente (ASEA) para regulamentar a passagem e a rota dos veículos que transportam gás.
Por sua vez, a empresa proprietária do caminhão-tanque, Transportadora Silza, detalhou que tem pelo menos três políticas para lidar com as consequências da explosão, que causou uma onda de choque que danificou veículos e edifícios na área.
O incidente ocorreu na quarta-feira, 10 de setembro, no distrito de Iztapalapa, quando o caminhão, carregado de gás, capotou no meio da rodovia na Puente de la Concordia.
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