Guo Yige / Xinhua News / Europa Press / ContactoPh
MADRID 10 jun. (EUROPA PRESS) -
As autoridades das Filipinas elevaram nesta quarta-feira para 45 o número de mortos e para 487 o de feridos em consequência do terremoto de magnitude 7,8 na escala de Richter registrado na ilha de Mindanao, no sul do país, enquanto o número de desaparecidos chega a 17 pessoas.
De acordo com o Conselho Nacional de Redução e Gestão de Riscos de Desastres (NDRRMC), 33 das mortes foram registradas na região de Soccksargen, enquanto em Davao o número de mortos é de 12 pessoas, conforme indicado por um de seus porta-vozes em coletiva de imprensa.
Este terremoto, ocorrido na última segunda-feira, também afetou 33.596 famílias em Mindanao e áreas vizinhas, ou seja, 149.372 pessoas, além de ter causado danos a cerca de 3.000 residências. A isso somam-se os milhares de cidadãos que permanecem em centros de evacuação enquanto continuam os trabalhos de busca e resgate, conforme informa o jornal “The Philippine Star”.
Por sua vez, a Guarda Costeira filipina também mobilizou nesta quarta-feira um total de 150 efetivos e dois cães de busca e resgate com o objetivo de intensificar esses trabalhos na cidade de General Santos.
Vale lembrar que este terremoto, conforme especificado na ocasião pelo Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia (Phibolcs), teve seu epicentro a 32 quilômetros a oeste de Maasim, na província de Sarangani, provocando o desabamento de pontes e danos a infraestruturas de diversos tipos, estradas, residências e até mesmo no próprio aeroporto de General Santos.
As Filipinas estão situadas no chamado Cinturão de Fogo do Pacífico, onde ocorrem cerca de 90% dos terremotos do mundo. Em setembro de 2025, cerca de 70 pessoas perderam a vida e outras 150, aproximadamente, ficaram feridas devido a um terremoto de magnitude 6,9 na escala aberta de Richter em Cebu (centro).
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático