Europa Press/Contacto/Andres Moreno
MADRID 18 ago. (EUROPA PRESS) -
A Unidade Nacional para a Gestão de Riscos de Desastres (UNGRD) da Colômbia elevou nesta terça-feira para 304 o número de mortos causados pelo terremoto de magnitude 7,4 que, há uma semana, abalou o centro e o oeste do país.
A UNGRD detalhou em seu último balanço que 4.548 pessoas ficaram feridas, enquanto 426 continuam desaparecidas. Por outro lado, em um aspecto positivo, destacou que outras 356 pessoas afetadas conseguiram ser resgatadas.
O terremoto teve seu epicentro na localidade de San José del Palmar, em Chocó, uma das regiões mais carentes da Colômbia, onde a falta de infraestrutura e vias terrestres está dificultando a entrega de ajuda humanitária.
Embora os danos tenham sido sentidos principalmente no já mencionado Chocó, no “eixo cafeeiro” e no Vale do Cauca — onde sua capital, Cali, foi uma das cidades mais atingidas —, o terremoto foi sentido em 472 municípios de cerca de quinze departamentos, afetando mais de 292.000 pessoas.
SOLIDARIEDADE DO SETOR EMPRESARIAL COLOMBIANO
O presidente colombiano, Abelardo de la Espriella, também quis destacar nesta terça-feira o apoio que o setor empresarial de seu país tem demonstrado nos últimos dias, com doações que chegaram a 300 bilhões de pesos (mais de 82 milhões de euros).
“Obrigado pelo patriotismo de vocês, por vestirem a camisa da Colômbia e por estarem presentes quando a pátria mais precisa de vocês”, afirmou De la Espriella em uma mensagem nas redes sociais, ressaltando que o país “precisa hoje, mais do que nunca, da solidariedade de seus empresários”.
“É nos momentos mais difíceis que se reconhece quem são os melhores cidadãos”, elogiou De la Espriella, que há alguns dias pediu ao seu homólogo norte-americano, Donald Trump, que suspendesse “temporariamente” as tarifas sobre as exportações “com o objetivo de aliviar os empresários” que sofreram os estragos do terremoto.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático