Europa Press/Contacto/Jia Haocheng
MADRID 30 jul. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos 28 pessoas morreram em consequência do terremoto de magnitude 7,1 na escala aberta de Richter que abalou, na madrugada desta terça-feira, a prefeitura de Kumamoto, na ilha japonesa de Kyushu.
O anúncio foi feito nesta quinta-feira pelo porta-voz do governo, Minoru Kihara, de acordo com informações coletadas pela emissora de televisão NHK sobre o referido terremoto, que foi seguido por outro de magnitude 6,1 na mesma região.
Algumas das vítimas fatais estavam no shopping center AEON da cidade de Kashima, que desabou e onde ocorreu uma explosão logo após o tremor. Outras estavam em uma fábrica de papel na cidade de Yatsushiro, onde várias chaminés sofreram graves danos, conforme precisou a prefeitura de Kumamoto, com base em informações coletadas pela agência de notícias Kyodo, que acrescentou que, até o momento, “mais de 10.000 pessoas” permanecem em centros de evacuação.
Nesta quarta-feira, a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, comprometeu-se a acelerar o desembolso de ajuda de emergência às pessoas afetadas pelo terremoto, após uma reunião de gestão da emergência.
Com relação à ajuda mais básica, Takaichi explicou que seu governo pratica a chamada “ajuda proativa”, ou seja, o envio de recursos para a região de forma preventiva, antes mesmo que as comunidades afetadas tenham solicitado.
Mais especificamente, conforme detalhou, o governo japonês está se concentrando no envio de alimentos, água, papel higiênico e veículos elétricos para as localidades atingidas pelo tremor.
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