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MADRID 29 jul. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos 13 pessoas morreram em consequência do terremoto de magnitude 7,1 na escala aberta de Richter que abalou, na madrugada desta terça-feira, a prefeitura de Kumamoto, na ilha japonesa de Kyushu.
Isso foi confirmado nesta quarta-feira pela primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, em declarações à imprensa, nas quais ela garantiu que o governo mobilizará todos os recursos disponíveis para salvar e resgatar o maior número possível de pessoas, conforme noticiado por meios locais, como o jornal “The Japan Times” e a emissora de televisão NHK.
Por sua vez, Takaichi informou sobre danos “generalizados”, como prédios desabados, incêndios e estragos nas estradas da região afetada pelo terremoto.
Com relação às vítimas fatais, horas antes, a Prefeitura de Kumamoto confirmou que duas mulheres de cerca de 20 anos morreram em um shopping center, provavelmente o AEON Mall da cidade de Kashima, que desabou e onde ocorreu uma explosão logo após o terremoto.
Antes disso, a Polícia da referida prefeitura informou ter encontrado uma pessoa com vida entre os escombros de uma residência desabada na localidade de Yatsushiro, que, no entanto, veio a falecer posteriormente no hospital, segundo a emissora japonesa Asahi.
As autoridades japonesas mobilizaram nas áreas afetadas “aproximadamente 3.600 efetivos” das Forças Armadas, conforme precisou a primeira-ministra ao final de uma reunião do posto de comando para responder à emergência, estabelecido ao longo do dia.
Este terremoto, que ocorreu às 16h27 (hora local) e teve seu hipocentro a uma profundidade de 10 quilômetros, foi seguido por um segundo tremor de magnitude 6,1, também em Kumamoto, às 17h08 (hora local) e a pouca profundidade. No total, cerca de 48 mil residências foram afetadas por uma forte queda de energia e outras 500 sofreram interrupções no fornecimento de gás.
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