Andres Moreno / Xinhua News / Europa Press / Conta
MADRID, 20 ago. (EUROPA PRESS) -
A Unidade Nacional para a Gestão de Riscos de Desastres (UNGRD) da Colômbia elevou nesta quarta-feira para 319 o número de mortos em consequência do terremoto de magnitude 7,4 que abalou o centro e o oeste do país na semana passada.
É o que consta do último balanço divulgado, que inclui também 4.469 feridos e 260 pessoas ainda desaparecidas, contra 364 resgatadas.
Além disso, a UNGRD informa que mais de 30.800 residências foram destruídas e quase 152.000 ficaram danificadas, bem como mais de 300 edifícios desabaram.
Diante dessa situação, o presidente do país, Abelardo de la Espriella, assinou nesta quarta-feira um decreto de emergência econômica, social e ecológica para atender às vítimas e reconstruir as províncias afetadas pelo terremoto.
“Não se trata apenas de reconstruir moradias, mas de recuperar comércios e infraestrutura pública essencial, como escolas, hospitais e obras indispensáveis para a vida das comunidades”, afirmou o líder em declarações divulgadas pela Rádio Caracol.
No entanto, ele observou que o país enfrenta “uma realidade fiscal extraordinariamente difícil”, lamentando que, “em condições financeiras normais, boa parte dos efeitos imediatos de uma tragédia dessa magnitude poderia ser enfrentada utilizando os instrumentos ordinários do Estado e ampliando as dotações do Orçamento Geral da Nação”.
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