Europa Press/Contacto/Krista Kennell
MADRID 3 fev. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos treze pessoas morreram de hipotermia devido à onda de frio que assola Nova Iorque desde o final de janeiro, sem temperaturas acima dos 0 graus, e que já causou a morte de pelo menos uma centena de pessoas em todos os Estados Unidos. “Até esta manhã, 16 nova-iorquinos morreram ao ar livre durante este período de frio brutal. Em 13 desses casos, as conclusões preliminares indicam que a hipotermia foi um fator determinante, e três dessas mortes parecem ter sido causadas por overdose”, anunciou o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, em uma coletiva de imprensa na qual abordou a “forte onda de frio (que) continua atingindo” a cidade.
Mamdani, que observou que nenhuma das vítimas vivia em acampamentos de pessoas sem-teto no momento de sua morte, deu seus pêsames às famílias dos falecidos em uma intervenção na qual alertou que este já é o “décimo primeiro dia consecutivo com temperaturas abaixo de zero”, advertindo que é “muito possível” que este seja o “período mais longo” abaixo de 0 graus Celsius “em toda a história” de Nova York, declarada em estado de emergência. “O frio não dá sinais de que vai parar”, lamentou, antes de defender que também não cessam “os esforços” das autoridades locais para ajudar a população. Por isso, pediu aos nova-iorquinos que, se virem alguém necessitado, liguem para os serviços municipais (311), onde “assistentes sociais e equipes de primeira resposta do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) e do Corpo de Bombeiros de Nova York (FDNY) responderão e darão a esses nova-iorquinos a ajuda de que precisam”.
Enquanto isso, os assistentes sociais da cidade “intensificaram” seus esforços para fornecer abrigo à população que precisa, bem como “unidades móveis de aquecimento”. “Se vocês estão me ouvindo agora e não têm certeza se receberão atendimento, por favor, deixem-me ser claro. Todas as pessoas receberão atendimento. Ninguém será rejeitado”, declarou Mamdani.
Seu anúncio veio no contexto de uma onda de frio que se espalhou por todo o país e que, segundo a rede CBS na véspera, deixou pelo menos uma centena de mortos em todo o território americano, por motivos que vão desde hipotermia até acidentes com carros, limpa-neves e trenós, passando por emergências cardíacas decorrentes dos esforços para remover a neve acumulada.
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