MADRID 29 jan. (Portaltic/EP) - A Nothing não anunciará nenhum novo smartphone emblemático em 2026, mas reforçará o catálogo de fones de ouvido com novos modelos que serão lançados ao longo do ano, de acordo com informações sobre os planos da empresa para os próximos onze meses.
O cofundador e diretor executivo da Nothing, Carl Pei, compartilhou os planos para suas diferentes linhas de produtos em 2026, um ano que, em termos de design, será marcado por uma “nova e mais ousada experimentação com cores”.
Pei confirmou que, por enquanto, não haverá um novo smartphone emblemático, após o lançamento em julho do Phone (3), no qual implementou uma pequena tela circular de micro-LED na parte traseira, chamada “Glyph Matrix”, para reduzir o uso da tela principal e mostrar as informações essenciais de forma mais eficiente.
Conforme explicou Pei em um comunicado em vídeo compartilhado no YouTube, o que eles querem é que “cada evolução seja realmente significativa”. O fato de o resto da indústria fazer as coisas de uma determinada maneira não significa que tenhamos que fazer o mesmo”, afirma o CEO da Nothing.
O executivo reiterou que o Phone (3) será seu smartphone carro-chefe para 2026 e que, desde o seu lançamento, eles atualizaram o sistema operacional para NothingOS 4.0 e que haverá mais melhorias. Ele também antecipou avanços com os Essential Apps, aplicativos personalizados que podem ser criados instantaneamente por meio de linguagem natural, já que passarão da fase alfa para a beta.
O catálogo de smartphones crescerá com um novo membro da série (a), que é a que registra as melhores vendas. Especificamente, Pei garantiu que o Phone (4a) será uma “evolução completa em relação à série Phone (3a)” e que se aproximará de “uma experiência de gama alta em 2026”.
Também ampliarão o catálogo de fones de ouvido, aproveitando que é uma categoria que tem obtido grande sucesso, com o reforço da categoria “over-ear”, do tipo diadema. AUMENTO DE PREÇOS POR CAUSA DA RAM
Pei também se referiu ao problema que a indústria tecnológica enfrenta com a escassez de memórias RAM, devido ao fato de que elas estão sendo priorizadas para uso em inteligência artificial. O executivo garante que os preços vão subir, mas que é difícil prever quanto, e entende que é um problema que se manterá pelo menos até o primeiro semestre de 2028.
Por isso, ele acredita que, diante do dilema de aumentar os preços ou mantê-los, mas com descontos, os fabricantes devem considerar o desenvolvimento de algo diferenciado que agregue valor aos consumidores, como fazem com sua aposta em software e design.
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