Europa Press/Contacto/Aristidis Vafeiadakis
MADRID 2 ago. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, condenou no domingo os vídeos publicados pelo Hamas e pela Jihad Islâmica dos reféns israelenses Evyatar David e Rom Braslavski, pálidos e emaciados.
A família de David aprovou a divulgação de um vídeo que mostra o jovem esquelético por falta de comida e, em uma cena orquestrada por seus captores, cavando sua "própria sepultura" em seu local de cativeiro não revelado.
A cena tinha a intenção de demonstrar, de acordo com o Hamas, que a fome causada pelo bloqueio israelense na Faixa de Gaza impossibilitou que seus captores lhe dessem os cuidados adequados.
Em vez disso, Netanyahu afirmou que seu país não tem nada a ver com a situação porque está "permitindo a entrada de ajuda humanitária" e é o Hamas, com "crueldade sem limites", que está "deliberadamente privando nossos reféns de comida e documentando-os de forma cínica e cruel".
"Os terroristas do Hamas também estão deliberadamente matando de fome os residentes da Faixa de Gaza e impedindo-os de receber ajuda, e estão fazendo eco a uma falsa campanha de propaganda contra Israel", disse Netanyahu.
Relatórios recentes do The New York Times, citando fontes de segurança israelenses, indicaram que não havia evidências de que o Hamas estivesse se apropriando "sistematicamente" da ajuda humanitária em Gaza.
Netanyahu, que repudiou a reportagem da mídia americana, insistiu no sábado, depois de falar com as famílias dos reféns, que "os países do mundo devem fazer um apelo claro contra o abuso nazista criminoso da organização terrorista Hamas".
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