MADRID 5 ago. (EUROPA PRESS) -
O administrador interino da NASA, Sean Duffy, planeja acelerar a construção de um reator nuclear lunar e mudar a colaboração com a indústria para substituir a Estação Espacial Internacional.
Os planos, delineados em diretrizes que circularam dentro da NASA e consultadas pela Bloomberg, marcam as primeiras grandes mudanças nas políticas de Duffy após sua nomeação como diretor interino da agência espacial pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
Uma das diretrizes, relatada pela primeira vez pelo Politico, teria como objetivo acelerar o desenvolvimento de um reator de fissão nuclear que poderia um dia ser usado para gerar energia na Lua e inspirar futuros projetos de uma usina de energia que poderia ser usada em Marte.
A NASA já havia concedido contratos a empresas comerciais para projetar pequenos reatores de fissão nuclear, mas a diretriz de Duffy instrui a NASA a convocar o setor para criar um reator mais potente, com o objetivo de ter a tecnologia pronta para lançamento até 2030.
NOVAS ESTAÇÕES ESPACIAIS
A segunda diretriz se concentra nos esforços da NASA para alavancar o setor espacial comercial para desenvolver novas estações espaciais que poderiam substituir a Estação Espacial Internacional quando ela se aposentar no final da década de 2030.
A diretriz muda a forma como a agência espacial contratará as empresas selecionadas para construir as estações espaciais substitutas, uma medida projetada para oferecer maior flexibilidade se os níveis de financiamento da NASA flutuarem nos próximos anos.
As medidas foram tomadas dias depois que Duffy se reuniu com o diretor da agência espacial russa, Dmitry Bakanov, no primeiro conclave entre os líderes das agências espaciais dos dois países desde 2018.
Durante a reunião, Duffy e Bakanov abordaram o futuro da Estação Espacial Internacional, o laboratório orbital usado por ambas as nações, e a exploração conjunta da Lua, de acordo com uma declaração da Roscosmos.
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