MURCIA 30 jul. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Saúde de Múrcia, Juan José Pedreño, enfatizou nesta quarta-feira a necessidade de "estabelecer um quadro orçamentário adequado para financiar o desenvolvimento do futuro Estatuto Marco", um regulamento que regerá a relação de trabalho dos profissionais de saúde e não-saúde no Sistema Nacional de Saúde.
Pedreño participou da sessão plenária da Comissão de Recursos Humanos do Sistema Nacional de Saúde, convocada pelo Ministério da Saúde em Madri, na qual insistiu na prioridade de trabalhar a partir de um cenário de "coordenação, consenso com as comunidades, grupos profissionais e representantes dos trabalhadores nessa fase preliminar de negociação".
Em sua opinião, ouvir as comunidades e os representantes do pessoal de saúde e não-saúde "é decisivo porque compartilhamos o objetivo comum de que os avanços trabalhistas e profissionais possibilitem a melhoria da qualidade e da segurança da assistência", embora ele tenha criticado o fato de que "a reunião de hoje foi realizada fora do prazo e com pressa para avaliar a minuta preparada pelo Ministério".
"A Região de Múrcia apoia iniciativas para melhorar as condições de trabalho dos profissionais, mas com propostas viáveis, solvência legal e financiamento adequado, como afirmamos a todos os conselheiros na reunião, e que não gerem queixas ou confrontos entre categorias profissionais, se o objetivo for realmente melhorar as condições de trabalho e remuneração de todo o pessoal do sistema", disse Pedreño.
O diretor de Saúde enfatizou, mais uma vez, "como na maioria das questões que são discutidas com o Ministério da Saúde, que não é possível discutir propostas que envolvam um impacto econômico sem o compromisso do Governo da Espanha em seu financiamento, o que atrasa e paralisa qualquer negociação".
Por outro lado, o ministro lamentou que os técnicos "não tenham podido revisar o texto proposto pelo Ministério em sua totalidade, o que dificulta que avancemos nesse texto, razão pela qual a reunião de hoje não tem sentido, se não for para dar um pulso às comunidades e descarregar sobre elas a responsabilidade ministerial de abordar com rigor essa importante questão".
Pedreño também afirmou que "estabelecer condições atualizadas para atender às necessidades dos profissionais do Sistema Nacional de Saúde também requer uma solução para a falta de médicos especialistas, como temos exigido há anos, para poder responder aos novos critérios do Estatuto".
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