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MADRID 6 abr. (EUROPA PRESS) -
A ministra da Saúde, Mónica García, lembrou que “as licenças médicas são um ato médico” no qual “um profissional determina que um paciente precisa seguir uma série de tratamentos e, dentro desse tratamento, está a licença médica”, razão pela qual considera “frívolo” culpar os trabalhadores pelo aumento dessas licenças.
“É preciso entender por que nossa população, nossos cidadãos, precisam de mais licenças médicas, precisam dessa prescrição da licença médica”, afirmou durante a apresentação da campanha ‘Peça a prorrogação. Defenda-a", em relação aos contratos de aluguel. Desta forma, ela se referiu aos dados de Incapacidade Temporária (IT) de 2025 apresentados pelo Ministério da Inclusão, Segurança Social e Migrações.
Segundo a ministra, é "bastante frívolo" "culpar os trabalhadores que tiram essas licenças". Diante disso, ela insistiu que “há muitos fatores que, neste momento, estão a causar doenças” na população, destacando especialmente a questão da habitação, já que “38% dos cidadãos espanhóis vivem com angústia” em relação a este assunto.
INCIDIR NOS DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE
García, que afirmou que a moradia é causa até mesmo de “depressão”, sustentou que é necessário “enfocar os determinantes sociais da saúde, começando pela moradia”. “Teremos que defender a saúde no trabalho, teremos que defender a saúde nos bairros e nas cidades”, sublinhou.
“As licenças médicas são atos médicos nos quais um profissional determina que há um paciente que não pode ou não deve trabalhar para poder melhorar sua saúde”, acrescentou, para corroborar que, “nos últimos anos”, houve “um aumento, por exemplo, das causas relacionadas a síndromes de ansiedade e depressão”. “Teremos de combater esses mal-estares não apenas a partir do sistema de saúde, mas também a partir do sistema de trabalho”, enfatizou.
“Por isso, damos ênfase especial ao Decreto Real sobre Habitação, para tranquilizar 2,7 milhões de pessoas em nosso país que, atualmente, estão inquietas, angustiadas e preocupadas se poderão continuar morando em suas casas”, concluiu.
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