Gabriel Luengas - Europa Press - Arquivo
MADRID 11 set. (EUROPA PRESS) -
A ministra da Saúde, Mónica García, assegurou nesta quinta-feira que continuará a dialogar com os sindicatos e as comunidades autônomas sobre o Estatuto Marco, tudo isso depois que os representantes dos sindicatos ameaçaram se mobilizar se a mesa de área não for convocada em 16 de setembro.
"Hoje e amanhã, vamos nos reunir com as comunidades autônomas, com todas as equipes técnicas de todas as comunidades autônomas, para continuar trabalhando, para continuar o diálogo sobre o Estatuto da Estrutura. Depois disso, o que temos que fazer é nos reunir em um diálogo, como o que temos mantido com os sindicatos e as comunidades", disse García durante uma coletiva de imprensa na qual foi apresentada uma campanha contra o uso de vaporizadores pelos jovens.
Ele explicou que essa negociação entre as três partes se deve ao fato de que o Sistema Nacional de Saúde (SNS) também é administrado pelas comunidades autônomas e enfatizou a disposição do Departamento de Saúde, que realizou "mais de 36 reuniões" com os sindicatos e "mais de doze" com as comunidades autônomas, para dialogar.
Apesar das reclamações de alguns sindicatos médicos sobre o conteúdo do texto, o ministro enfatizou que ele contém "enormes avanços" em termos de redução das horas de trabalho, direitos e condições de trabalho, e que "eliminará" a precariedade do sistema de saúde.
"Há definições claras e uma estrutura clara para que todas as comunidades autônomas, em seu poder de ter a legitimidade para gerenciar o Sistema Nacional de Saúde, possam trabalhar juntas para melhorar essas condições de trabalho", concluiu.
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