MADRID 9 jan. (EUROPA PRESS) -
A ministra da Saúde, Mónica García, destacou o Centro Nacional de Investigação Cardiovascular Carlos III (CNIC) como “peça fundamental” do Sistema Nacional de Saúde (SNS) e “motivo de orgulho” para a Espanha, durante a visita que realizou nesta sexta-feira à instituição, vinculada ao Instituto de Saúde Carlos III (ISCIII).
“A investigação realizada no CNIC demonstra que a melhor política de saúde é aquela que se concentra na prevenção, na compreensão das causas das patologias cardiovasculares e de muitas outras doenças. No final, isso traduz-se em mais e melhor saúde e num sistema de saúde mais forte”, afirmou García, que agradeceu o trabalho e o empenho do pessoal e da direção do centro.
A ministra da Saúde foi recebida pelo diretor-geral do CNIC, Valentín Fuster, que lhe detalhou as principais linhas estratégicas do centro e seu modelo de pesquisa, que integra pesquisa básica, clínica e translacional. Fuster destacou que o centro busca que o conhecimento gerado no laboratório “chegue o mais rápido possível” ao paciente e à população.
“A pesquisa translacional é fundamental para transformar os avanços científicos em melhores estratégias de diagnóstico, tratamento e prevenção”, acrescentou. García também teve a oportunidade de visitar um dos laboratórios do centro, onde o diretor de Pesquisa Básica, Vicente Andrés, explicou os avanços no estudo da progeria, como exemplo do impacto da pesquisa fundamental em doenças raras.
Para terminar, visitou o Centro de Imagem Cardiovascular, onde os doutores Fuster e Ibáñez lhe apresentaram alguns dos projetos translacionais do centro orientados para melhorar o diagnóstico e o tratamento das doenças cardiovasculares, a primeira causa de morte a nível mundial. Também estiveram presentes a secretária-geral de Investigação do Ministério da Ciência, Inovação e Universidades, Eva Ortega Paíno; a diretora do ISCIII, Marina Pollán; a subdiretora geral de Redes e Centros de Pesquisa Cooperativa, Marta Ortiz; o presidente da Fundação Pro CNIC, Luis de Carlos; o diretor-geral do CNIC, Alberto Sanz; o diretor científico do CNIC, Borja Ibáñez; o diretor de pesquisa básica do CNIC, Vicente Andrés, e a secretária da Fundação Pro CNIC, Icíar Areilza.
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