Publicado 13/05/2026 09:47

Mónica García destaca o "bom estado de saúde" do espanhol em isolamento devido ao hantavírus: "ele melhorou um pouco"

A ministra da Saúde, Mónica García, fala durante uma coletiva de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, em 12 de maio de 2026, em Madri (Espanha). O Conselho de Ministros aprovou hoje o projeto de lei sobre a integridade do Sistema Nacional de
Carlos Luján - Europa Press

Sobre possíveis novos casos: “do ponto de vista epidemiológico, podemos esperar qualquer coisa”

MADRID, 13 maio (EUROPA PRESS) -

A ministra da Saúde, Mónica García, confirmou que o cidadão espanhol internado no Hospital Central da Defesa Gómez Ulla por hantavírus apresenta uma evolução favorável, com sintomas leves que “melhoraram ligeiramente”, o que faz com que ele se encontre “em bom estado de saúde”.

“Ontem ele apresentava sintomas leves; hoje parece que esses sintomas melhoraram um pouco, mas ele está bem, em bom estado de saúde”, afirmou ela em entrevista ao programa ‘Al Rojo Vivo’, da emissora ‘La Sexta’, divulgada pela Europa Press.

Por outro lado, conforme explicou, o Ministério mantém uma comunicação fluida com os outros 13 passageiros do “MV Hondius” que foram transferidos para o hospital militar, aos quais transmitiu as atualizações dos protocolos sanitários, tanto em relação à quarentena quanto ao manejo de pessoas assintomáticas.

“Eles estão tranquilos, com boa saúde e gratos pelo tratamento que receberam nestes dias”, afirmou a ministra da Saúde, que ressaltou seu desejo de preservar a privacidade deles; “eles insistem muito que querem manter sua privacidade e confidencialidade”, advertiu.

Sobre a possibilidade de que, nos próximos dias, algum desses 13 passageiros possa testar positivo para o hantavírus, ela garantiu que, “do ponto de vista epidemiológico”, essa possibilidade existe. "O tempo de incubação é de 42 dias e, por isso, estamos em vigilância rigorosa; faremos testes PCR semanalmente. (...) Epidemiologicamente falando, podemos esperar qualquer coisa, por isso, na operação, contemplamos absolutamente todas as possibilidades", afirmou.

Por fim, sobre as críticas do presidente das Canárias, Fernando Clavijo, e um possível boicote à operação, a ministra lamentou que algumas ações tenham sido questionadas, mas considera que “um dos sucessos da própria operação foi não dar atenção nem às polêmicas infundadas, nem ao barulho infundado, nem à tentativa de boicote ou interferência”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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