Diego Radamés - Europa Press
MADRID 16 jan. (EUROPA PRESS) -
A Ministra da Saúde, Mónica García, defendeu o recurso contencioso-administrativo contra o Governo da Comunidade de Madrid no Tribunal Superior de Justiça de Madrid (TSJM) por não apresentar o registo de médicos objetores de consciência ao aborto, uma vez que “quando uma Administração vira as costas às mulheres, o Governo tem a obrigação de agir”.
Em sua opinião, a decisão de descumprir a lei se baseia em “questionar a palavra das mulheres, semear o medo, estigmatizar e retroceder os direitos que levaram décadas para serem conquistados”. “Diante dessa ofensiva, estaremos onde for necessário, inclusive nos tribunais, defendendo a liberdade, a liberdade de expressão e a liberdade de expressão”, afirmou. Por outro lado, lembrou que a Comunidade de Madrid teve tempo para apresentar o registro; “margem suficiente para algo tão simples como cumprir a lei e optou por não o fazer”.
Por isso, o registro de objetores, que é uma ferramenta “indispensável” para garantir o direito ao aborto, “deve ser cumprido de forma eficaz e sem obstáculos; e é por isso que o Ministério da Saúde sempre, sempre estará do lado das mulheres”, concluiu.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático