Publicado 27/05/2026 12:01

Mónica García defende que a gestão do hantavírus foi orientada "pela ciência, pela humanidade e pela competência"

A ministra da Saúde, Mónica García, intervém durante uma sessão plenária no Congresso dos Deputados, em 27 de maio de 2026, em Madri (Espanha). A sessão plenária concentra-se no escrutínio do governo por meio de perguntas da oposição. Os blocos
Eduardo Parra - Europa Press

MADRID 27 maio (EUROPA PRESS) -

A ministra da Saúde, Mónica García, defendeu nesta quarta-feira no Congresso dos Deputados a gestão do caso do navio de cruzeiro “MV Hondius”, afetado por um surto de hantavírus, garantindo que a decisão de acolher o navio nas Ilhas Canárias foi orientada “pela ciência, pela humanidade e pela competência” da Espanha.

“A Espanha agiu porque tinha que agir, porque devíamos agir”, afirmou em sua comparecimento na Câmara dos Deputados para prestar contas sobre a operação, que comemorou por ter “dado certo”, apesar de “haver quem quisesse que desse errado”, aos quais pediu que revisassem seu “patriotismo inato”.

García insistiu que a decisão de acolher o navio de cruzeiro “não foi uma decisão caprichosa”, mas sim baseada em relatórios e na avaliação conjunta com organismos internacionais, bem como na “confiança e no orgulho” nas capacidades do Sistema Nacional de Saúde (SNS) e nas obrigações do direito internacional.

“Há uma enorme diferença entre tomar decisões guiadas pela ciência, pela humanidade e pela solidez, e tomá-las por cálculos políticos, interesses partidários ou negacionismo”, afirmou, ao mesmo tempo em que destacou seu “orgulho” porque “quando há vidas em jogo, a Espanha não desvia o olhar”.

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Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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